quarta-feira, 16 de julho de 2014

Prefeitura de São Paulo inaugura central de triagem de materiais recicláveis com presença de Lula

Jul 16, 2014















O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na manhã desta quarta-feira (16), ao lado do prefeito Fernando Haddad, da inauguração da Central Mecanizada de Triagem – Carolina Maria de Jesus. A unidade é a segunda inaugurada pela Prefeitura de São Paulo, seguindo a nova política de coleta seletiva, definida em 2014. O chefe do administrativo afirmou que o objetivo da iniciativa é melhorar as condições de trabalho e a renda daqueles que trabalham com materiais recicláveis.”Os catadores estão no centro das nossas preocupações”, destacou.




Ao todo serão quatro centrais de triagem, que vão diminuir significativamente a quantidade de resíduos que são destinados a aterros sanitários. Hoje, São Paulo coleta 10,5 mil toneladas/dia de resíduos domésticos e recicla apenas 1,8%. A meta é aumentar esse índice para 10%, aproveitando as potencialidades sociais e econômicas que a reciclagem oferece. Com as duas novas centrais, esse índice já deve cegar a 7% e ultrapassará a meta quando as quatro unidades estiverem em funcionamento.




A nova política da Prefeitura também tem a preocupação de se alinhar à Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010, e de criar uma nova relação com os catadores de materiais recicláveis. As centrais serão operadas por cooperativas de catadores e ajudarão a aumentar a renda dos cooperados, inclusive pagando pelos serviços ambientais que os catadores prestam à cidade.






Haddad lembrou que a política de reciclagem é apenas uma parte das ações da Prefeitura na área ambiental, que envolve a política de transporte urbano e de iluminação pública, por exemplo. O prefeito anunciou também que novos parques serão anunciados. “Estamos dando uma nova envergadura à política ambiental”, destacou. O Secretario Municipal de Serviços, Simão Pedro, ressaltou que a coleta seletiva será ampliada na cidade.


todas as Fotos: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Prefeito sanciona alinhamento viário que garante espaço a novos corredores de ônibus no futuro


Nova lei garante o respeito de recuos para a construção de imóveis em mais de 50 vias, impedindo que no futuro, prédios inviabilizem a  construção de novos corredores de ônibus. Dispositivo não tem relação direta com desapropriações



O prefeito Fernando Haddad sancionou nesta quinta-feira (3) o projeto de lei que altera os planos de melhoramentos e os alinhamentos viários de mais de 50 ruas e avenidas de 15 diferentes bairros da cidade para preservar o espaço de suporte necessário para a construção de toda a estrutura para novos corredores de ônibus previstos no Plano Municipal de Mobilidade Urbana. Na prática, a nova lei tem como objetivo garantir que futuras incorporações ou construções de imóveis nos principais eixos viários de São Paulo respeitem um recuo maior, com espaço para a via segregadas dos coletivos, o canteiro central, pontos de parada, ciclovias e paisagismo ao longo dos corredores que ficam a esquerda das vias.







O Programa de Metas 2013-2016 prevê a construção de 150 quilômetros de vias exclusivas e segregadas para o transporte coletivo com ciclovias anexas. Os alargamentos e aberturas de novas vias, além das alterações em legislações anteriores de melhoramentos contemplam mais de 20 projetos de corredores de ônibus dentro dos distritos de Capão Redondo, Campo Limpo, Cursino, Ipiranga, Santo Amaro, Cangaíba, Penha, Carrão, Aricanduva, São Mateus, Parque do Carmo, Belenzinho, Limão, Belenzinho, Perdizes e Sapopemba. O Projeto de Lei 17/2014 de autoria do Executivo foi aprovado em segunda votação na Câmara Municipal no último dia 4 de junho, com 35 votos a favor e quatro contrários. O texto, que não teve qualquer ponto vetado pelo prefeito após ser apreciado e alterado pelos vereadores em forma de substitutivo com emendas, foi publicado nesta quinta (3) no Diário Oficial da Cidade (DOC).



“O alinhamento evita a construção de modo a impedir que a cidade tenha capacidade de suporte futuro. Se nós queremos calçadas largas e arborizadas, com ciclovias, com transporte público de qualidade, você tem que preventivamente planejar para evitar os gargalos que a cidade tem. Então, alinhamento viário é só para isso, para garantir que ninguém edifique em área imprópria”, afirmou o prefeito Haddad, quando o projeto foi levado para a discussão dos vereadores.


Apesar de garantir espaço para os corredores, impedindo o avanço de construções para o centro da rua, a nova lei não tem relação direta com desapropriações de imóveis para as obras de mobilidade. Para desapropriar uma área, a Prefeitura não necessitava de uma nova legislação, bastando fazer a ação por meio de decreto, cumprindo as etapas judiciais. O alinhamento viário é preventivo e evita que se repitam, no futuro, casos como da avenida Santo Amaro, onde as construções avançaram na calçada, impedindo a construção de ciclovias, a plantação de árvores ou outras obras viárias. Um exemplo positivo é a avenida Paulista, que teve o alinhamento viário antes da construção dos grandes edifícios, rendendo para o local a melhor calçada da cidade.


Para o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello Franco, a cidade só tem a ganhar com a sanção da lei. “O alinhamento viário garante a preservação de todo o espaço necessário para dar suporte para todo esse conjunto urbanístico dos corredores. Isso garante que a rede de transporte coletivo com BRT seja implantada e com isso, a população tem muito a ganhar”, afirmou.




terça-feira, 1 de julho de 2014

Novo Plano Diretor de São Paulo é aprovado na Câmara Municipal

Lei traz importantes inovações para aproximar emprego e moradia, ofertar habitações sociais, preservar e ampliar áreas verdes e fortalecer mecanismos de participação popular na cidade


A Câmara Municipal aprovou na tarde desta segunda-feira (30) em segunda votação - com 44 votos a favor do texto e oito contrários, o texto base do novo Plano Diretor Estratégico (PDE), que vai orientar as transformações da cidade de São Paulo pelos próximos 16 anos. A lei entrará em vigor após a sanção do prefeito Fernando Haddad e será publicada no Diário Oficial da Cidade (DOC). Os vereadores apreciaram ainda durante a discussão, 117 propostas de emendas de alteração ao texto base, que foram divididas em dois blocos para a votação. O primeiro bloco com 26 propostas, apoiado pelo relator da Comissão de Política Urbana da casa, vereador Nabil Bonduki, foi aprovado com 40 votos favoráveis e seis contrários. O segundo bloco recebeu 46 votos contrários e apenas dois a favor.

“Eu acho um plano transformador e eu estou com muita esperança de que nós vamos ter décadas de desenvolvimento sustentável na cidade de São Paulo a partir do Plano Diretor. O Plano foi celebrado por quem entende de cidade, pelos instrumentos avançados que ele contempla. Ele é, sem sombra de dúvida, o Plano Diretor mais avançado no Brasil”, afirmou o prefeito Fernando Haddad no início da tarde de hoje.

Um dos principais objetivos do novo PDE é reequilibrar de forma sustentável o desenvolvimento da cidade, enfrentando as desigualdades socioterritoriais. Em resumo, o plano quer empregos bem distribuídos, próximos à moradia; redução dos deslocamentos que a população enfrenta cotidianamente; priorização do transporte público e não-motorizado; mais parques e equipamentos públicos sociais planejados de forma pactuada com toda a sociedade.

O pleno direito à cidade aparece como o objetivo maior. Mais áreas serão destinadas à construção de moradias para a população de baixa renda, ampliação que vai auxiliar na redução do déficit habitacional. Além da produção de unidades por meio da Cota de Solidariedade, foram aprimorados os instrumentos indutores da função social da propriedade que estimulam o uso da terra urbana e coíbem sua função especulativa.

Do Fundo de Desenvolvimento (FUNDURB), 30% será destinado à aquisição de terras para Habitação de Interesse Social (HIS), o mesmo montante destinado à mobilidade urbana. Ainda assim, foi estabelecido percentual mínimo para HIS nos principais projetos de reestruturação urbana.

Edifícios de uso misto com fachadas ativas que deem vida aos espaços públicos da cidade serão incentivados ao longo dos eixos de transporte coletivo, locais prioritários para a transformação urbana e otimização da terra urbana. Isso permitirá resguardar mais tranquilidade para os bairros residenciais situados entre os eixos dessa rede. Estes receberão um limite de gabarito.

A criação da Macroárea de Estruturação Metropolitana define um território estratégico na relação de São Paulo com os demais municípios da metrópole. Os espaços públicos também poderão ser requalificados com projetos específicos para a reaproximação da cidade às suas águas.

No Sistema ambiental, as ações prioritárias têm como foco a ampliação e preservação de áreas verdes do município por meio da criação de novos parques, recuperação das áreas de preservação permanente ou por instrumentos de incentivo a preservação ambiental nas áreas privadas, tais como o Pagamento de Prestação de Serviços Ambientais. Foi estabelecido o Fundo Municipal de Parques para o co-financiamento entre sociedade civil e poder público municipal. 

A Gestão Democrática é a garantia de participação dos diferentes segmentos da sociedade nos processos de decisão, planejamento e gestão da cidade, ampliando os mecanismos e instrumentos de participação, garantindo um processo permanente, descentralizado e participativo de implementação, controle e avaliação do PDE e dos demais componentes do Sistema Municipal de Planejamento Urbano.

O Plano Diretor é fruto de um amplo processo participativo, um importante passo foi dado para garantir que as transformações da cidade nos próximos 16 anos efetivem o direito à cidade.

Histórico

O processo de revisão participativa do PDE, dividido sob quatro etapas, teve início em abril de 2013, com a promoção de reuniões abertas à população organizadas de modo que os cidadãos puderam apresentar propostas e contribuições sobre temas pré-definidos. A segunda delas definiu-se pela realização de oficinas públicas nas 31 subprefeituras para o levantamento de demandas e sugestões locais. Paralelamente, os munícipes puderam também reivindicar ações e políticas públicas pela internet.

Em seguida, todas as sugestões recebidas foram sistematizadas e consolidadas, de modo integrarem uma minuta de Projeto de Lei. Apresentado em agosto à população, o documento está apoiado em três grandes estratégias para que a cidade se desenvolva de forma mais dinâmica e justa: a estruturação metropolitana, o desenvolvimento de eixos estruturadores e a redução da vulnerabilidade social e urbana.

Desde então, estabeleceu-se a quarta e última etapa do processo de revisão, definida pela devolutiva das propostas e contribuições levantadas e também pela discussão da minuta em audiências públicas.


SECOM - Prefeitura da Cidade de São Paulo  Coordenação de Imprensa
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O fim do Orkut


Fim do Orkut é anunciado pelo Google que só garante mais 6 meses de vida a rede social


30 de junho de 2014




Ao tentar novos perfís, vimos que não pode ser criados e usuários antigos terão um período para poder exportar seus dados, como fotos e scraps. Uma ferramenta também permitirá converter o perfil do Orkut em perfil no Google+, rede social criada em 2011, mas que ainda tem pouquíssimos usuários.

O processo de desligamento deverá ser concluído até o final do ano, com a extinção completa do serviço.

Depois de 31 de dezembro, nem mesmo o endereço “orkut.com” deverá ser mantido pela empresa, visto que Orkut Büyükkökten, engenheiro turco criador da rede, deixou o Google há quatro meses e pretende manter controle sobre o domínio.


Atrativo do Orkut, as comunidades terão tratamento diferenciado. Ao menos parte delas não será apagada –ficará mantida de forma estática, “congelada”, como uma espécie de museu do serviço.


Em relação a perfis e comunidades suspeitos de envolvimento em crimes, como pornografia infantil, os dados de casos com investigação em curso serão preservados também até o final do ano.


Em julho de 2008, Google e Ministério Público firmaram um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) sobre o tema como resultado da CPI da Pedofilia.


No documento, o Google se comprometeu a comunicar os casos em que o material ilícito fosse divulgado e a preservar dados necessários à investigação do crime por um prazo de 180 dias, prorrogável por mais 180 dias.


sábado, 28 de junho de 2014

Como o povo brasileiro se tornou a grande atração para os turistas que vieram ver a Copa

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Publicado originalmente na BBC Brasil.






A Copa do Mundo começou há exatos 16 dias com algumas dúvidas sobre a capacidade do Brasil para sediar um evento esportivo desse porte. Na mídia nacional e internacional, ainda se questionava se ‘o Brasil estaria pronto’ para receber os 600 mil turistas estrangeiros esperados e realizar a chamada “Copa das Copas” prometida pelos governantes.


Os atrasos na entrega dos estádios e dos projetos de infraestrutura – muitos que ainda não ficaram prontos -, os problemas dos aeroportos e a ameaça de greves e protestos acabaram fazendo com que o Brasil ficasse em evidência mundo afora às vésperas do Mundial e chegaram até a ‘assustar’ alguns visitantes que estavam prestes a embarcar para o país.


Mas, passados os primeiros dias de euforia, o que os turistas de fora – popularmente chamados de ‘gringos’ – estão achando do Brasil? A BBC Brasil passou as duas últimas semanas ouvindo dezenas de estrangeiros que passaram pelas cidades-sede da Copa para saber quais eram as impressões deles sobre a organização do país para receber o Mundial, a infraestrutura, a hospitalidade dos brasileiros e tudo o que foge dos estereótipos conhecidos de “país do futebol, samba e carnaval”.


Nas duas primeiras semanas de Copa, ao menos as previsões mais pessimistas não se confirmaram. Não houve caos aéreo – apesar de alguns aeroportos terem apresentado problemas de atraso, como é comum em períodos de muita demanda -, não houve grandes greves, os protestos foram contidos – alguns com certa violência, que acabou em confronto entre policiais e manifestantes – e a organização dos jogos também foi considerada satisfatória.


“Falaram tanto que o Brasil era violento, que seríamos assaltados, que os estádios não estavam prontos e tudo mais, mas não tivemos nenhum problema, está tudo muito tranquilo até aqui”, relatou Neftalí Barría, um chileno que chegou ao Brasil no dia 10 de junho e passou por Cuiabá, Curitiba e São Paulo.


Mas nem tudo foram “flores” para os turistas que desembarcaram no Brasil neste mês de junho. Para outro chileno, por exemplo, a experiência no país já havia tido algumas intempéries, como um assalto a 25 companheiros em um albergue nos arredores da capital mato-grossense. O canadense Steven quase passou pela mesma experiência, mas foi mais esperto que os “ladrões” da Vila Madalena, bairro boêmio da zona oeste de São Paulo.


“Eles pegaram minha carteira, mas era minha carteira falsa”, explicou. Carteira falsa? “É, eu tenho essa carteira aqui com cartões de crédito vencidos e até carteira de motorista antiga para enganar os ladrões. Quando eles se deram conta, largaram na rua de novo. Sou mais esperto que eles”, festejou.


Um outro holandês relatou a falta de infraestrutura de algumas cidades e as obras que atrasaram e ainda estão em curso durante o Mundial.


Chilenos tiveram colegas roubados em Cuiabá, mas dizem que estão gostando do Brasil


“Fiquei impressionado com as obras que não ficaram prontas, muita coisa por fazer. Acho que a Fifa tinha que ter pressionado mais para as coisas saírem”, contou à BBC Siegfried Mulder.


“Os estádios não estão prontos. Estão funcionando, mas não estão prontos”, disse o sul-coreano Sangnin, que passou por Cuiabá, Porto Alegre e São Paulo indo aos jogos da Coreia.


Em 100% das respostas, o principal elogio era sempre o mesmo: “As pessoas são incríveis aqui.” A hospitalidade do povo brasileiro foi o que sobressaiu aos olhos de todos os estrangeiros que conversaram com a reportagem. Holandeses, croatas, chineses, uruguaios, ingleses, chilenos, mexicanos, alemães, coreanos, belgas, canadenses, americanos, todos, sem exceção, citaram “as pessoas” como o melhor do Brasil até agora.


“Os estádios são muito bonitos, mas acho que o mais especial é o povo. As pessoas são muito alegres, fantásticas, isso colore a Copa do Mundo”, disse o colombiano Elkin.


Entre as críticas, a mais recorrente foi com relação à língua, pelo fato de, principalmente os turistas que não falam português – ou pelo menos espanhol -, terem um pouco de dificuldade para se comunicarem no país.
Unanimidade


Seja em São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Manaus ou Cuiabá, em todas as regiões do país pelas quais os gringos passaram, não houve um que não destacasse o povo brasileiro com o a principal atração de cada lugar. A acolhida dos nativos foi o que chamou bastante a atenção, principalmente dos europeus, que se disseram “não acostumados” com tamanha simpatia.


“Os brasileiros são extremamente prestativos, sempre querendo ajudar. É incrível”, disse a irlandesa Enya. “Passei por Foz do Iguaçu, Curitiba, agora São Paulo. Em São Paulo, assim que desci do metrô e abri o mapa para procurar o hostel, já veio uma pessoa para me ajudar a achar, me explicar o que tinha que fazer. Fiquei impressionada, porque na Irlanda não é assim.”


“Nós ficamos muito surpresos, todos os brasileiros estão sendo incríveis com a gente, muito solidários, qualquer lugar que vamos eles perguntam ‘vocês precisam de ajuda?’, por enquanto não houve nenhum problema’, sentenciaram os amigos britânicos Sam e Adam.


A solicitude dos brasileiros é tanta que, segundo os torcedores de fora, falar português já nem se torna tão essencial.


“As pessoas aqui são muito simpáticas. A língua é um problema pequeno, um inglês bem simples é o suficiente, porque as pessoas fazem de tudo para ajudar”, contou o chinês Rocky.






Organização e protestos


Por causa da onde enorme de protestos durante a Copa das Confederações no ano passado, a expectativa por mais demonstrações grandes contra a Copa do Mundo cresceu para o período do Mundial


Nessas duas semanas de Copa, porém, ainda não aconteceu nenhum protesto na escala daqueles de 2013, o que minimizou o “medo” por parte dos torcedores de fora quanto a elas. Ainda assim, alguns deles disseram que foram capazes de “entender os motivos das insatisfações” após alguns dias no Brasil.


“Estamos conseguindo entender melhor por que as pessoas estavam reclamando dessa Copa, por que dos protestos e tudo mais”, pontuou o alemão Jan Menke, que veio para o Brasil com quatro amigos para curtir a Copa, mas sem ir aos estádios – “os ingressos estão muito caros”, explica ele.


“Conversando com as pessoas em todos os lugares, a gente começa a ter uma noção melhor sobre o que acontece no país. Porque nós somos apenas visitantes, estamos aqui de passagem, está tudo certo, mas as pessoas que vivem aqui têm inúmeros problemas”, prosseguiu. Ele e os amigos passaram por Curitiba, São Paulo e Rio.


A organização e infraestrutura das cidades-sede para essa Copa foram pontos bastantes questionados durante toda a conturbada preparação do Brasil para o Mundial por causa, princpalmente, dos atrasos. E alguns torcedores contaram à BBC que sentiram esses problemas na pele durante o torneio.


“O que eu criticaria um pouco seria a infraestrutura. Os estádios estão bons, mas as estradas estão ruins. Em Cuiabá, a única coisa que está pronta é o estádio. Há muitos desvios, muita coisa para fazer”, reclamou o chileno Raúl Castro, que está na caravana de mais de mil carros que veio de Santiago ao Brasil para acompanhar o Chile no Mundial. Viajando de carro de lá até aqui e passando por Cuiabá, Rio de Janeiro e São Paulo, ele relata problemas nas estradas e falta de sinalização.


Já o holandês Siegfried se disse impressionado principalmente com o Rio de Janeiro. Mas ao contrário da maioria dos turistas ouvidos pela BBC, que se mostraram encantados com a beleza da Cidade Maravilhosa, este separou algumas críticas para a futura sede da Olimpíada em 2016.


“O Rio vai sediar os Jogos Olímpicos daqui dois anos e ninguém fala inglês – comércio, restaurantes, nada”, disse. “Eu achava que, além de São Paulo, o Rio também era uma metrópole. Mas não é. Você já foi ao Cristo Redentor? O que achou? É muito desorganizado!”, reclamou. Siegfried passou por Salvador, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.


Mas, apesar de alguns problemas, a percepção da grande maioria dos turistas a respeito a Copa do Mundo no Brasil é de que ela está sendo uma “grande festa”. E, segundo eles, “os brasileiros sabem como fazer uma festa.”


“Tudo está bom para esse tempo de festa do futebol.É muito difícil organizar uma Copa, mas você pode ver que tudo está bem organizado, o estádio é bom, seguro, então o Brasil está provando que está pronto para isso”, sentenciou o holandês Oscar.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Haddad vistoria obras da praça Apostolo Simão Pedro

Nesta terça 17, o prefeito Fernando Haddad esteve vistoriando obras pela Cidade Tiradentes. 
Estava previsto a inauguração da ciclovia da av. dos metalúrgicos e a vistoria dessa praça que há dezoito anos a população esperava ver pronta.
Haddad se interessou por todos os detalhes da obra e o supervisor Genilson Moreira narrava os detalhes já executados e o que ainda está em desenvolvimento.

Com emenda do vereador Paulo Fiorilo e a subprefeitura da Cidade Tiradentes com Andreia de Souza Luz à frente, finalmente a população vê seu sonho ser realizado com a recuperação daquela grande área da Cidade Tiradentes..
Com reuniões semanais coordenadas por Jose de Matos desde o ano passado os moradores puderam dar suas opiniões e seguir as orientaçções do Deputado estadual José Zico Prado e o vereador Paulo Fiorilo que destinou uma emenda no valor de R$370 mil para a obra que teve uma continuação devido ao esforço da subprefeita Andréia de Souza Luz para trazer esta alternativa de lazer e cultura para esta região tão carente. A Illume está de parabéns por ter instalado as luminárias e dado vida aos usuários noturnos da praça. Tudo  muito bem iluminado. Agora é só diversão

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Concurso Miss Cidade Tiradentes já tem as finalistas do Concurso de Miss 2014

Concurso Miss Cidade Tiradentes 2014 já tem as finalistas



Primeira eliminatória selecionou 15 candidatas


Em obediência ao regulamento do Concurso Miss Cidade Tiradentes 2014, divulgado em abril, o corpo de jurados do Concurso escolheu, no dia 16 de maio, as 15 finalistas que, entre 34 candidatas inscritas, participarão no desfile final do dia 07 de junho, às 18h, no CEU Inácio Monteiro.

As 15 finalistas em torno do coreógrafo Lenon, encarregado de preparar as candidatas para o desfile final. Em pé: Larissa Luz Santos, Yasmin Oliveira da Silva, Leticia Nascimento da Rocha, Larissa Nascimento da Rocha, Jane Kelly Rosendo da Silva, Geane Tavares de Souza, Paloma Pereira dos Santos, Kamelly Zaneti Silva Hiar, Bianca Camargo Garcia, Leticia Alves de Lima, Bruna Cristina dos Santos da Silva. Agachadas: Jennifer Paloma Batista dos Santos, Ana Caroline Silva Costa, Eliandra Silva Ribeiro e Thais Lorrana da Silva.




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Jornal Cidade Tiradentes

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Alguém neste país ainda limpa a bunda com jornal?