A Marina Silva e o pessoal vendido do PV se deram mal.
A Marina porque achou que o Partido Verde era um bom partido.
Muitos gostariam que fosse.
Correram todos para olhar por eles mesmos.
Quando a Marina declarou que ia ficar em cima do muro, ví na tv no dia seguinte quem era quem no PV.
Vocês viram?
Uma vergonha, igual na eleição passada quando os tucanos votaram e fizeram votar no DEM.
Agora os que fizeram essa travessura viram o resultado nas urnas.
E o Serra que nem Camaleão de azul para verde.
Viraram verdes e azuis, mistura isso e dá a cor da nota de cem.
Isso demonstra no que eles pensam.
As cores da bandeira e prá completar o amarelo, o PV amarelou, sem corar, porque aí avermelhava.
Que era o que se esperava.
Se o PV tivesse ido pro lado da Dilma daria amarelo, que é ouro.
Enfim, muda Marina se você fosse a candidata do PT teria levado no primeiro turno.
Ainda bem que não sou do PV, pois estaria muito decepcionado.
Meus anos de PSDB quero esquecer.
Não tem um partido para mim e para muitos brasileiros.
Sou simpatizante de quem trabalha para o povo (que é para isso que votamos neles), para quem precisa.
Sem demagogia, sem fantasia e sem falsidade
O que o povo precisa é de EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
Valeu LULA, você foi a transformação.
O Brasil precisava de você e o povo não sabia porque não deixavam ele ver.
Desta vez o Brasil votou pelo que sentiu, e pelo coração.
Quase que enganavam o povo outra vez.
Salute Brasil.
Afinal somos o País do futuro.
domingo, 31 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
34ª Mostra Internacional de Cinema exibe "Os Desclassificados" de Clery Cunha
34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
De 22 de outubro a 4 de novembro, acontece em São Paulo a tradicional Mostra Internacional de Cinema. Durante duas semanas, a 34ª Mostra exibe mais de 400 títulos dos mais variados países e de diversas cinematografias que estarão sendo exibidos em mais de 20 espaços, entre cinemas, museus e centros culturais espalhados pela capital paulista. A seleção faz um apanhado do que o cinema contemporâneo mundial está produzindo e das principais tendências, temáticas, narrativas e estéticas produzidas em todo o mund
Na foto acima Milton Roberto com o diretor Clery Cunha do filme "Os Desclassificados"
Sinopse
Playboy deseja sexualmente a madrasta, amante de um gerente de banco. Para se vingar do adultério da mulher, ele planeja um assalto à agência onde o homem trabalha. O crime fracassa, o playboy é baleado por um policial e os bandidos fogem para um esconderijo. A situação entre eles fica cada vez mais tensa diante do sofrimento do rapaz que agoniza ferido pelos tiros, e da iminente chegada da polícia.
Veja a cópia do site Estranho Encontro : clique aqui para ver a postagem original
"Os Desclassificados" é um filme simples, barato, mas que já guarda todos os elementos que fazem o diretor e sua singela obra um mundo novo a ser redescoberto. Ex-cabo man da Tv Tupi, ator ocasional, Clery foi um daqueles típicos casos de quem se esforçou na carreira, trabalhando em várias funções, aprendendo na prática -- e chegando à direção, com 33 anos, usufruindo de conhecimento suficiente para obter o resultado que desejasse.
No caso de "Os Desclassificados", para o qual também escreveu argumento e roteiro com Darcy Silva, há uma clara superposição de plots: o amor (quase) incestuoso de Berto (o próprio Darcy) por sua madrasta, Lara (Joana Fomm), e a consequência disso: um assalto promovido pelo jovem problemático, que resultará em tragédia.
No relacionamento do enteado com a mãe postiça encontramos explicações para seu comportamento, mas o desenrolar do assalto é a parte mais bem acabada do filme, que, como quase tudo o que Clery realizou, começa morno, evoluindo em frenesi crescente até o desfecho final.
A história ganharia, e muito, com dez ou quinze minutos a mais de tensão erótica e edipiana entre Berto e Lara. Quando o pai de Berto (Araken Patusca) viaja a negócios, os dois ficam sozinhos e saem pela noite em busca de diversão. Então apreciamos uma das obsessões típicas -- e provavelmente lucrativa -- do cinema de Clery Cunha: a de exibir letreiros de boates, motéis e restaurantes em close.
Logo sabemos que a dupla passou pela "Churrascaria Galpão", esticando pelas boates "Le Masque", "La Sexy", a "Chão Cantina", o "Restaurante Kacik", até terminarem em um inferninho, tudo isso ao som de Soul Sacrifice, do Santana -- haja fôlego! Na volta, Berto faz jogo típico de apaixonado, parecem envolvidos um pelo outro, mas o rapaz termina apreciando a madrasta dormindo, fascinado apenas por ela existir.
Sua musa, no entanto, tem um amante (Roberto Batalin), gerente do banco onde a família possui conta. Berto sofre pelo relacionamento aquela espécie de voyeurismohomossexual, masoquista e tão estudado pela psicanálise. E, como sabe que é incapaz de chegar a alguma solução autêntica para o problema, abraça uma postura de vingança infantil, propondo a um grupo de amigos bandidos um assalto para desmoralizar o adversário.
A quadrilha é soberba: além de Berto, percebam que um dos bandidos, Toninho, é o próprio Clery. Outro é Jesse James Costa, figura conhecidíssima da Boca e da malandragem paulistana. O surpreendente Jesse James, aliás, dá um show de interpretação naturalista, lembrando um dos criminosos do clássico italiano "Cani Arrabbiati" -- uma pena que Mario Bava não andasse pela Boca para levá-lo a Roma.
Toninho deixou a esposa grávida (Sônia Garcia), desesperada por ver o marido envolvido em algo que não tem a mínima chance de dar certo. Durante o assalto, um dos bandidos morre. Os sobreviventes desembarcam na casa alugada para esconderijo. Ali, entre idas e vindas, encontram um desfecho para a trama.
À moda de outros realizadores paulistas do período, o roteiro e a direção conseguem uma abordagem universal na narrativa, que independe de onde -- podendo ter sido ambientada em qualquer espaço urbano, sem prejuízo de sua compreensão e consistência. Foi o único filme realizado pelo diretor dessa forma, pois o cinema policial de Clery Cunha é sinônimo de São Paulo e a tragédia de seu espaço urbano. Esquecido e subestimado, a se depender das raras cópias em vhs de seus principais filmes, continuará sendo um autor querido por muito poucos.
filmes, Clery Cunha
Fatais Horas (1987)
A Hora do Medo (1986)
Que Delícia de Buraco (1985)
Tortura Cruel (1980)
Torturadas Pelo Sexo (1976)
O Exorcista de Mulheres (1974)
Pensionato de Mulheres (1974)
Uma Virgem (1973)
UMa Negra Chamada Tereza (1973)
Como Evitar o Desquite (1973)
Como Mulheres Amam Por Conveniência (1972)
Férias in Maridos (1972)
Os Desclassificados (1972)
Um pistoleiro Chamado caviúna (1971)
Idílio Proibido (1971)
Sentinelas do Espaço (1969)
Lampião, O Rei do Cangaço (1964)
Conceição (1960)
Veja a Programação da 34ª Mostra
dia 27/10 - quarta
16h Os desclassificados
(Brasil, 92min - 16 anos)
direção: Clery Cunha
18h Doctor Chance
(Docteur Chance, França/Chile, 97min - 14 anos)
direção: F.J. Ossang
20h Programa F.J. Ossang
(49min)
20h50 Dharma Guns
(França/Portugal, 93min - 14 anos)
direção: F.J. Ossang
dia 28/10 - quinta
16h Route 132 (Canadá, 113min - livre)
direção: Louis Bélanger
18h Livro iraniano de receitas
(Dastoore Ashpazi, Irã, 72min - livre)
direção: Mohammad Shirvani
20h Lá
(Orada, Turquia, 96min - 10 anos)
direção: Hakki Kurtulus, Melik Saracoglu
dia 29/10 - sexta
16h Uma criança abandonada à beira do rio (On the riverbank where the childhood was left, Uzbequistão, 99min - 12 anos)
direção: Sabir Nazarmukhamedov
18h Ilha da cova da Moura
(Portugal, 81min - 12 anos)
direção: Rui Simões
20h Luz teimosa
(Portugal, 75min - livre)
direção: Luís Alves de Matos
dia 30/10 - sábado
16h O último comandante(Brasil/Costa Rica, 96min - livre)
direção: Isabel Martinez Artavia, Vicente Ferraz
18h Tikimentary - em busca do paraíso perdido
(Tikimentary - in search of the lost paradise, EUA/Brasil, 80min - 12 anos)
direção: Duda Leite
20h Bi, não tenha medo
(Bi, dung so!, Vietnam/França/Alemanha, 90min - 18 anos)
direção: Dang Di Phan
dia 2/11 - terça
16h O menino-prodígio(L'enfant prodige, Canadá, 101min - livre)
direção: Luc Dionne
18h China
(Chung Kuo - Cina, Itália, 208min - livre)
direção: Michelangelo Antonioni
dia 3/11 - quarta
16h Kon Kon (Chile, 61min - livre)
direção: Cecilia Vicuña
18h Teerã Teerã
(Tehran Tehran, Irã, 109min - 14 anos)
direção: Dariush Mehrjui, Mehdi Karampour
20h Programa Brasil 3
Geral
(Brasil, 15min)
direção: Anna Azevedo Cinemaieutica
(Brasil, 12min)
direção: Rodrigo Falk Brum Pimenta
(Brasil, 13min)
direção: Eduardo Mattos Ratão
(Brasil, 20min)
direção: Santiago Dellape A conquista do espaço
(Brasil, 15min)
direção: Chico Deniz
dia 4/11 - quinta
16h Norte (Nord, Noruega, 90min - 12 anos)
direção: Rune Denstad Langlo
18h Duas vezes mulher
(2 fois une femme, Canadá, 94min - 16 anos)
direção: François Delisle
20h Vocês todos são capitães
(Todos vós sodes capitáns, Espanha, 78min - 18 anos)
direção: Oliver Laxe[
CLERY CUNHA mudou-se para São Paulo logo após cumprir os estudos secundários. Aficcionado por quadrinhos, seu gosto pelo cinema nasceu ainda na infância, quando assistia a seriados policiais, faroestes e filmes de aventura. Dirigiu seu primeiro filme, o policial Os desclassificados, em 1972. Um ano depois, lança A pequena órfã, melodrama baseado em telenovela produzida pela TV Excelsior. Entre os filmes que dirigiu, destacam-se Joelma 23º andar (1980), marco da indústria cinematográfica paulista, drama sobre o trágico incêndio que assombrou a capital paulista, e O Rei da Boca(1982), clássico da filmografia do diretor, sobre a ascensão e queda de um gigolô. Atualmente, Clery Cunha trabalha no roteiro do filme policial Tiradentes City, Zona Leste SP, com argumento do jornalista Marcelo Coelho.
Claudia Canto, em um gole! NESTE Sábado na Cidade Tiradentes
Claudia Canto, em um gole!
Venha conhecer Claudia Canto e outros autores DFrente Pro Matagal.
Nasci na periferia de SP. Mérito ou Demérito?
Que tirem vocês suas próprias conclusões. Quanto a mim, nada deixei de conseguir, nem tampouco perdi.
Venha conhecer Claudia Canto e outros autores DFrente Pro Matagal.
Rua Dinah G. Brandão (próximo ao Parque da Consciência Negra)
dia 30 de outubro a partir das 20 horas.(com caldinho de feijão)
apoio:
Jornal Cidade Tiradentes, MultiColor Interatividade
Que tirem vocês suas próprias conclusões. Quanto a mim, nada deixei de conseguir, nem tampouco perdi.
A periferia me deu sustentáculo para driblar grandes problemas, acho que criei mais resistência, fiquei mais “malandra” sei lá!
Em momentos de perigo, nas ruas de Sampa, algumas amigas do “lado de lá” me diziam:-Aí, Clau, ainda bem, que você sabe se sair, nestas situações.O que significava dizer: ainda bem que você conhece a gíria deles.
A base que a periferia me deu, escola alguma me dará. Clichê? Pode até ser, mas a verdade é esta. Só sendo muito malandra, para viajar [pela] Europa com 500 euros no bolso, sem rumo, conseguir me virar, e ainda voltar com o sonho realizado, ou seja, tornar-me uma escritora. Com o tempo, a periferia deixou de ser minha rota diária, mas a minha essência, mantive, mantenho...
Conheci alguns países e desta forma pude comparar melhor as coisas boas, e ruins. O que antes me incomodava, passou a ser fator comum, e o que me agradava passou a ser secundário... Era o tal amadurecimento, que só as viagens, os livros e as pessoas interessantes são capazes de proporcionar...
Na minha primeira viagem para a Europa, fiquei praticamente em cárcere privado, trabalhando em uma mansão em Lisboa, como empregada doméstica.
Foram os momentos mais tortuosos da minha vida; privação da liberdade, é uma das coisas mais ruins que pode acontecer ao ser humano. Fiquei em cárcere, por quase um ano!Tive sim, a opção de ter me tornado uma Prostituta, mas descobri que para tal, o talento é primordial, e me falta este recurso, felizmente, ou infelizmente. Há de se verificar!
Não me tornei uma prostituta, mas sim escritora, e foi nesta ocasião que nasceu meu primeiro filho/livro:MORTE ÀS VASSOURAS - DIÁRIO DE UMA JORNALISTA Q SE TORNOU EMPREGADA DOMÉSTICA EM PORTUGAL.
Um livro polêmico, que me trouxe novas diretrizes e um novo caminho a seguir...Daí para o segundo não foi difícil, já que respirava literatura, e passei a acreditar que tudo podia, desde que acreditasse e buscasse incansavelmente.
Mas este incansavelmente, às vezes cansa, e só tendo ao lado pessoas que acreditam em você, que é possível reunir forças para continuar a cada atropelo.Meu segundo filho/livro, chama-se BEM VINDO AO MUNDO DOS RAROS CONTOS E CRÔNICAS DE UMA PSIQUIATRIA.
Experiência vivida dentro de uma psiquiatria, onde trabalhei por 2 anos, e de lá saí muito mais humana, e por incrível que pareça menos insana, pois pude ver o que é a verdadeira loucura.Uma patologia rodeada de preconceitos e muito, mas muito cruel.
Os pacientes na maioria tornaram-se meus amigos, e achei que deveria fazer algo.Hoje ministro palestras sobre o tema gratuitamente.
A cada nova pessoa, um novo testemunho, a cada novo país visitado, novas culturas absorvidas. Sou de fato, uma mulher privilegiada, mas muitas vezes confesso que não dou muita sorte, principalmente com os homens machistas, e foi pensando neles, que escrevi:Mulher Moderna Tem Cúmplice, onde abordo outro tema polêmico: violência contra as mulheres.
E agora Cidade Tiradentes de Menina a Mulher, uma abordagem liríca do maior complexo habitacional da américa latina
Acho que com estes “goles”, poderão conhecer um pouco mais a minha literatura.
Claudia CANTO
011 9881 1451
terça-feira, 26 de outubro de 2010
SEMINÁRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS - RESÍDUOS SÓLIDOS
O Instituto Participare em parceria com a Faculdade de Saúde Pública da USP convida para o seminário: Política Nacional de Resíduos Sólidos - Diretrizes, Planos, Responsabilidades e Instrumentos.
Objetivo:
Informar e incentivar a participação da sociedade nas discussões sobre meio ambiente, saúde e cidadania, com a visão de diversos segmentos sociais.
Data:
Dia 27 de outubro de 2010
Horário:
Das 8h30 às 16h
Local:
FSP/USP - Av. Dr. Arnaldo, 715 - Anfiteatro João Yunes - São Paulo - SP
Inscrições:
Mais informações:
www.participare.org.br - 3628-7325 - ramal 3
O seminário será transmitido ao vivo pelo site: www.iptv.usp.br
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Oficina de Economia Solidária da Cultura no Pombas Urbanas
http://picasaweb.google.com.br/cartovideo/EncontroDeEconomiaDaCultura#
Veja nesse link as fotos do encontro.
Veja nesse link as fotos do encontro.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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