quarta-feira, 29 de junho de 2011

1º Passeio por uma Sociedade Infantil Sustentável

CEI Bárbara Heliodora levou suas crianças para este passeio que ficará guardado na mente das crianças por toda a vida.
As árvores, o sol, o céu, o vento, a aranha, as águas e a cantoria do Ronaldo Costa.
Um mundo mágico para as crianças no Parque da Consciência Negra.
Este evento fez parte das comemorações do Mês do Meio Ambiente.
Idealizado e organizado pelos Conselheiros do CADES da Cidade Tiradentes Valter Lima e Milton Roberto e direção da CEI Bárbara Heliodora com o apoio da SVMA e do Centro Cultural D'Frente Pro Matagal.


















terça-feira, 21 de junho de 2011

M.E.C - Maranhão Esporte Clube 1 X 0 A E Estrela pela Copa Kaiser


O
 No campo do CEU Jambeiro mais uma vitória do MEC.
Foi neste domingo 19 em Guaianases

TIm Maia e o representante da Copa Kaiser






O Orgulho do Alessandro Sales
O Timaço.

O Jogo
A Comemoração.


M.E.C - Maranhão Esporte Clube.

Um dos 88 times da Cidade Tiradentes.

Conheci o Antônio Palmeirense em 1998 quando o mercadinho Mini-Tudo anunciou na Rádio Raizes FM 99,1 que eu montei e dirigi até o ano 2000 aqui na Cidade Tiradentes. Na mesma época conheci também o Valter Lima outro anunciante como Pizzaria Espere Um Pouco.

Começamos então uma longa parceria,  pois tínhamos em comum o interesse social e as melhorias para o bairro que era abandonado.

Em outra oportunidade,  que será breve,  relato aqui um pouco desta história de lutas da comunidade, para não cair no esquecimento.

Vamos falar agora do MEC.

O Palmeirense naquela época,  solicitava que alguém influente conseguisse uma máquina para passar no local onde seria o campo, pois toda chuva tornava aquele espaço lunático, ou seja, cheio de crateras, e fora dele era só esgoto, por todas as ruas, casinhas e  embriões. Como rádio comunitária entrei firme nesta luta e com parceiros conseguimos muitos progressos para o Setor G.

A Rádio Raizes fazia campanhas, eventos e shows, arrecadava e distribuía, muito boa aquela época.
Na então Favela do Setor, hoje comunidade Maravilha e nos embriões, Palmeirense nos ajudava no transporte e distribuição do sopão da DENADAI, doação da ACT, onde todos os dias as 7 horas os moradores vinham com suas  panelas para levar aquele alimento que era o mesmo distribuído na FEBEM e  para muitos era a única alimentação, e isso chocava.

Valter Lima sempre presente, também esteve conosco quando conseguimos as obras da SABESP que colocou cavaletes individuais nas casinhas e deu um sumiço nos esgotos da rua.

Hoje  o Palmeirense é Presidente Vitalício, tem historia isso não?

Neste domingo a pedido do Valter Lima fui acompanhar um jogo do MEC, depois de tantos anos que estive afastado. Uma linda história de persistência que comecei a registrar.

Conheça então o MARANHÃO ESPORTE CLUBE.agora no Grupo B da Copa Kayser.







Está aqui o inicio, brevemente mais um pouco desta história.
Alguns diretores de MEC

Veja o entorno do campo do MEC junho 2011
Fotos: Milton Roberto 12847

terça-feira, 14 de junho de 2011

Rio+20 Encontro dia 14 de Junho de 2011


A Rio+20 e as organizações e movimentos sociais e ambientais de SP:
Encontro dia 14 de Junho de 2011, das 18h30 às 21h30, na sede da Ação Educativa
(R. General Jardim, 660, próximo ao Metrô Santa Cecília)

Visando ampliar a participação das organizações e movimentos sociais e ambientais de SP nos processos de discussão em torno da Rio+20, o  coletivo paulista do CFSC - Comitê Facilitador da Sociedade Civil para  a Rio+20 (www.rio2012.org.br) convida todos e todas para o debate  aberto e plural sobre o tema. Compareçam, e repassem este convite!

Esta reunião servirá também como preparação para a plenária internacional a ser realizada no Rio de Janeiro dia 02 Julho de 2011,  conforme convocatória abaixo.


Venha reinventar o mundo na Rio +20!

O Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20 chama as organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares de  todo o Brasil e do mundo para participar do processo que culminará na  realização, em junho de 2012, do evento autônomo e plural,  provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça  Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre 
Desenvolvimento Sustentável (UNCSD).

Há vinte anos, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92) e o ciclo social de conferências das Nações  Unidas que a ela se seguiu discutiram os problemas globais que afetam  a humanidade e pactuaram uma série de propostas para enfrentá-los (as  Convenções sobre Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, a Agenda 21,  Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban,  entre outras). Mas aquilo que deveria ter sido o início da reversão  das situações de miséria, injustiça social e degradação ambiental  frustrou boa parte das esperanças depositadas nesse processo.

Sete bilhões de seres humanos vivem hoje as seqüelas da maior crise capitalista desde a de 1929. Vivem o aumento gigantesco da desigualdade social e da pobreza extrema, com a fome afligindo  diretamente um bilhão de pessoas. Presenciam guerras e situações de 
violência endêmica e o crescimento do racismo e da xenofobia. O sistema de produção e consumo capitalista, representado pelas grandes corporações, mercados financeiros e os governos que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda o aquecimento global e as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, a escassez de água potável, o aumento da desertificação dos solos e da acidificação dos mares, em suma, a mercantilização de todas as dimensões da vida.

Enquanto estamos vivenciando uma crise civilizatória inédita, governos, instituições internacionais, corporações e amplos setores das sociedades nacionais, presos ao imediato e cegos ao futuro, agarram-se a um modelo de economia, governança e valores ultrapassado e paralisante. A economia capitalista, guiada pelo mercado financeiro global, continua apoiada na busca sem limites do lucro, na superexploração do trabalho - em especial o trabalho das mulheres e  dos setores mais vulneráveis -, na queima dos combustíveis fósseis, na predação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, 
na produção pela produção - baseada na descartabilidade e no desperdício e sem consideração pela qualidade da existência vivida.

Diante de tal conjuntura, o momento político propiciado pela Rio+20 constitui uma oportunidade única para "reinventar o mundo", apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Mas, julgando pela ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e pela mediocridade dos acordos internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.

Entendemos que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Uma mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não-governamentais e movimentos sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da
economia solidária, etc. Necessitamos construir um novo paradigma de organização social, econômica e política que - partindo das  experiências de lutas reais destes setores e da constatação de que já existem condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas -  potencializem sua atuação.

A Rio +20 será um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Ela se soma ao processo que estamos construindo desde a Rio-92 e, em especial, a partir de Seattle, FSM, Cochabamba e que inclui as lutas por justiça climática para a COP 17 e  frente ao G20. Este momento contribuirá para acumularmos forças na 
resistência e disputa por novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns. Assim, convidamos todos e todas para uma primeira atividade preparatória desta Cúpula dos Povos, no dia 2 de julho de 2011, na cidade do Rio de Janeiro para - juntos e juntas - construirmos um processo que culminará em nosso encontro em junho de  2012 e se desdobrará em novas dinâmicas.

Achou produto vencido? Terá outro de graça

Achou produto vencido? Terá outro de graça

Saulo Luz
O consumidor paulista que encontrar um produto com prazo de validade vencido no mercado receberá gratuitamente outro produto dentro do prazo de validade, independente de sua compra. A medida foi proposta pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) ao Procon-SP e entrará em vigor em 1º de outubro deste ano.
A regra valerá para quaisquer quantidades. “Se o consumidor encontrar 10 caixas de leite vencido, o mercado vai ter que dar gratuitamente 10 caixas de leite não vencido”, diz Paulo Arthur Goes, diretor executivo do Procon-SP.
Para o Procon, o mecanismo trará benefícios à população pois, além de trazer uma compensação imediata, incentiva uma atenção maior ao prazo de validade. “É um mecanismo força o comércio a ser mais criterioso na exibição de produtos na gôndola (para não ter prejuízo) e estimula o consumidor a ficar atento às informações da embalagem”, diz Goes.
A medida compensatória faz parte dos trabalhos da Câmara Técnica do Comércio Supermercadista (integrada por Apas, Procons, Ministério Público e Idec) criada para dar efetiva proteção ao consumidor.
A Câmara foi instaurada para encontrar mecanismos de maior controle para a questão dos produtos com prazo de validade vencido, que ainda são encontrados nas gôndolas e prateleiras dos supermercados.
A Apas reconhece os problemas. “Apesar de todos os esforços feitos pelos supermercados, esse problema ainda pode continuar acontecendo porque o controle sobre data de validade permanece sendo humano e manual– o que limita o trabalho. Por isso, vamos colocar essa medida compensatória”, diz Marcio Milan, diretor de segurança alimentar da Apas.
Histórico
Em ação inédita em novembro do ano passado, a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) flagrou 11 supermercados localizados em São Paulo que vendiam produtos com prazo de validade vencido.
Na época, o Procon-SP determinou o fechamento por 12 horas de 11 surmercados localizados em São Paulo, além de multas que totalizam R$ 774.061,60. Porém, as empresas entraram com recurso para questionar a medida.
http://blogs.estadao.com.br/advogado-de-defesa/achou-produto-vencido-tera-outro-de-graca/
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

BIO BRAZIL FAIR 2011 - Universo Saudável : Um espaço para conferir produtos e aumentar conhecimento.

http://www.francal.com.br/ModuloNewsLetter/imagem/Uploads/news_anuncios/images/news_bio_anuncio_31032011_05.jpg

"A precariedade da atenção e prevenção na questão da violência contra a mulher em São Paulo"

Audiência Pública
"A precariedade da atenção e prevenção na questão da violência contra a mulher em São Paulo"

Dia 16 de Junho às 14h00
na Sala Teotônio Vilela da Assembléia Legislativa de São Paulo
(Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - Ibirapuera/ São Paulo)

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         Passados 4 anos da aprovação da Lei Maria da Penha e dois anos da adesão do Estado de São Paulo ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento a Violência Contra a Mulher o Estado e a cidade de São Paulo ainda convivem  com elevados índices de violência contra a mulher,  precariedade de atenção as vitimas de  violência  e  ausência de políticas de prevenção a violência.

A Comissão de Educação e Cultura da Assembléia Legislativa em parceria com os movimentos de mulheres realiza:

Audiência Pública que convoca o governo de São Paulo, Legislativo, Secretaria de Políticas para as Mulheres e demais órgãos responsáveis por políticas de atenção e prevenção a violência contra a mulher para responder , propor e se comprometer com a efetivação integral da Lei Maria da Penha e Pacto Nacional pelo Enfrentamento a Violência Contra a Mulher. 

Convocam: Comissão de Educação e Cultura em parceria com a Marcha Mundial das Mulheres, União de Mulheres de São Paulo, Núcleo de Defesa e Convivência da Mulher - “Viviane dos Santos, Núcleo de Defesa e Convivência da Mulher Cidinha Kopcak, Centro Maria-Mariá de Formação e Requalificação Profissional da Mulher, CIM-Centro Informação Mulher, Sempreviva Organização Feminista (SOF), Coletivo Yabá, Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde, Rede Leste de Enfrentamento à Violência, Frente Regional do ABC de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, Casa Beth Lobo, Promotoras Legais Populares – SP, União dos Movimentos de Moradia - SP.

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Jornal Cidade Tiradentes

Jornal Cidade Tiradentes
Alguém neste país ainda limpa a bunda com jornal?