sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Terminal Tiradentes já opera com pré-embarque em uma linha neste mês










Terminal Tiradentes já opera com pré-embarque em uma linha neste mês







Dezembro começou bem para os usuários do Terminal Tiradentes. No último dia 1º, o terminal recebeu o seu primeiro pré–embarque, que está funcionando na linha 4313-10, Terminal Cidade Tiradentes/Terminal Parque D. Pedro II.










Essa modalidade de operação tem como objetivo permitir melhor aproveitamento no tempo de embarque dos usuários dos coletivos que , por meio do pré-embarque pagam a tarifa do ônibus, R$3,00 ou R$1,50 para os estudantes, ainda na plataforma do terminal, antes de embarcar no ônibus. Com isso, as filas diminuem, evita-se atraso na partida das linhas e o serviço oferecido tem ganho de qualidade.






Os usuários dessa linha também podem contar com a mesma operação no ponto final, no Terminal Pq. D. Pedro II, localizado no centro da cidade.










Além da operação de pré-embarque nos dois terminais, a região de Cidade Tiradentes está sendo beneficiada com obras de alargamento de faixas na áreas de circulação dos ônibus no terminal. A intervenção tem como propósito assegurar melhor fluidez ao tráfego de veículos, o que também contribui para o cumprimento dos horários das partidas e o ganho de tempo no percurso das linhas.






Estudos para implantação do pré-embarque em outras linhas, como por exemplo, na linha 407N-10 Terminal Cidade Tiradentes / Metrô Penha, estão sendo feitos pela SPTrans para atender cada vez melhor os usuários do transporte público.










Assessoria de imprensa - SPTrans


Tel.: (11) 3396.6899



Custo total do transporte coletivo em São Paulo pode ser 7,4% menor, diz consultoria


Auditoria da Ernst&Young nas contas do sistema de ônibus e lotações e identificou também que taxa média de lucro das empresas e cooperativas poderá ser reduzida no próximo contrato


por Rodrigo Gomes, da RBA publicado 11/12/2014 20:03, última modificação 12/12/2014 10:25

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MARCELO S.CAMARGO/FRAME/FOLHAPRESS





Para Haddad, verificação no sistema de transporte é da sociedade e ela deve conhece-lo para decidir o modelo de contratação


São Paulo – A verificação das contas do transporte público de São Paulo, divulgada hoje (11) pela empresa de consultoria Ernst&Young, indica que a prefeitura poderia reduzir em 7,4% o valor pago para as empresas e concessionárias do sistema, se utilizar parâmetros de mercado para contabilizar os gastos com combustível, equipamentos e mão de obra, além de garantir que todas as viagens programadas sejam realizadas.


Outra mudança está na Taxa de Remuneração de Investimento (TIR) – o lucro – de 18% estipulada em 2003, que embora tenha sido considerada correta, deve ser adequada ao cenário atual, que é de aproximadamente 7,2%. O estudo foi encomendado pela própria administração municipal para servir de base a futuros ajustes na política de mobilidade.


O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), considerou o resultado satisfatório e afirmou que possibilitará maior controle e transparência aos novos contratos. “Essa será a base para o novo edital de licitação. Os contratos têm brechas a ser resolvidas. A partir de semana que vem vamos começar a discutir as novas licitações”, afirmou. O relatório completo será publicado na próxima semana no Blog da Verificação da SPTrans.


A consultoria percebeu que os valores pagos para manter os ônibus em circulação são diferentes dos verificados nas notas fiscais repassadas pelas empresas. Do total de 7,2%, cerca de 2% correspondem a viagens não realizadas. Segundo a Ernst&Young, uma em cada dez viagens programadas não é realizada, o que faz com que os coletivos rodem mais cheios e o cidadão fique mais tempo no ponto esperando.


Outros 3,5% correspondem à demando por mão de obra de motoristas e cobradores, cujo custo é computado contando períodos de ociosidade e de hora extra, antes mesmo de serem aferidas tais condições. Se o trabalhador cumpriu um horário de almoço mais curto ou não realizou horas extras compatíveis com o valor pago, a prefeitura remunera a empresa ou cooperativa da mesma forma.


Por fim a consultoria indicou que é preciso ajustar o valor pago pelo combustível ao preço de mercado, o que representaria uma redução de 1,3% no custo desse item. Além disso, o contrato de 2003 previa que as empresas iriam adquirir garagens para os coletivos, consideradas um investimento. Mas acabou-se percebendo que era mais vantajoso, financeiramente, alugar os espaços, o que levou a um custo extra ao sistema.


Na prática o resultado da verificação das contas do sistema de transporte é que a prefeitura pode reduzir os custos gerais do sistema na próxima licitação, que deve ser realizada esse ano. Considerada sobre a remuneração total do sistema paga em 2012, de aproximadamente R$ 5,6 bilhões, o valor corresponde a cerca de R$ 392 milhões.


O montante de subsídios utilizados pela prefeitura sistema ao longo de dez anos (2003-2013) foi de R$ 5,7 bilhões. Isso porque a tarifa somente não é suficiente para custear o sistema. O valor equivale a 15% de todos recursos financeiros do Sistema de Transporte Urbano por Ônibus do Município. Porém, o valor gasto também poderia ter sido menor, se observadas as recomendações feitas agora pela consultoria


Tantos descompassos podem ter levado a outros erros, até mesmo dentro da São Paulo Transportes (SPTrans). Foram percebidas divergências entre registros da Conta Sistema no Livro Razão da SPTrans e nos Relatórios Financeiros elaborados por suas equipes técnicas. A diferença observada entre as movimentações do Livro Razão e do Relatório Financeiro foi de aproximadamente 9%.


Quanto ao lucro obtido pelos empresários, a consultoria considerou que os valores da Taxa de Remuneração de Investimento em 18% estão compatíveis com a situação do mercado na época em que os contratos foram elaborados. Na média, o retorno em dez anos foi de 18,61%. O relatório não aponta o índice exato de lucro, pois não foi realizada auditoria nas contas das empresas e cooperativas. O número corresponde ao melhor cenário possível estimado pela Ernst&Young.





A consultoria recomendou que a prefeitura insira cláusulas de revisão desses valores ao longo do tempo de validade das concessões, para garantir uma remuneração adequada ao mercado. Hoje, a taxa de retorno que deve balizar os novos contratos é de 7,2%, cerca de 11% menor. O índice foi referenciado no utilizado na concessão de pedágios da ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro.


“É claro que estamos falando do sistema de transporte da maior cidade do país, que é um dos maiores do mundo. Não podemos comparar com um pedágio. Vamos discutir com os empresários, com a sociedade e tentar chegar em um valor justo”, ponderou o secretário Municipal dos Transportes, Jilmar Tatto. Ele já adiantou que a secretaria vai realizar, pelo menos, 36 audiências públicas a partir de janeiro de 2015, para discutir o novo modelo de contrato.


Tatto disse que o relatório “aponta para mudanças nos contratos”, mas não quis adiantar se isso pode representar alguma alteração no valor das tarifas. “Isso não está sendo discutido no momento”, afirmou. Sobre a taxa de lucro, Tatto apenas garantiu que “não será de 18%”.


Para a Ernst&Yooung, alguns pontos também devem ser cuidados para evitar que os novos contratos repitam os problemas do edital de 2003. Entre eles, que as empresas tenham fluxo de caixa do projeto – prestação de serviço de transporte – e não do acionista, pois ele pode ter diversas outras atividades, o que dificulta a apuração.


Junto a isso, as empresas devem fundar Sociedades de Propósito Específico (SPE), um modelo de organização empresarial em que se constitui uma nova empresa com um objetivo determinado, para facilitar a gestão de contratos, as compras de materiais e combustíveis e a captação de recursos. Isso pode beneficiar, por exemplo, as cooperativas, que hoje não podem acessar recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


Também é preciso haver mecanismos de avaliação de prestação do serviço das empresas, com impacto positivo e negativo sobre a remuneração das empresas. Por exemplo, controlar de forma eficiente as viagens determinadas e as realmente realizadas com uso de GPS.


A consultoria recomendou ainda a definição de um valor máximo pago pelo transporte de passageiros e o estabelecimento de revisões periódicas das cláusulas contratuais de remuneração.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Secretaria Municipal da Saúde realiza Dia D de combate ao Aedes Aegypti



Objetivo é conscientização sobre a importância das ações de eliminação dos criadouros do mosquito 

A Secretaria Municipal da Saúde SMS, por meio da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), realiza sábado (6), a partir das 8h45, um conjunto de ações para controle da dengue e prevenção à Chikungunya na cidade de São Paulo. A data foi instituída pelo Ministério da Saúde para acontecer em âmbito nacional.

O evento principal, que contará com a presença da vice-prefeita Nádia Campeão e do secretário adjunto da Saúde Paulo de Tarso Puccini, acontecerá na região do Jaguaré, zona oeste de São Paulo, a partir das 8h45.

O CEU Jaguaré será o ponto de encontro das equipes, que irão realizar atividades como cata-bagulho, intensificação do casa a casa, arrastão para eliminação de criadouros, distribuição de panfletos informativos e atividades educativas em locais onde há grande fluxo de pessoas – Extra Jaguaré, Mercado Municipal e Shopping Lapa, estação da CPTM, entre outros. Nas regiões do Jaguaré e Lapa, por exemplo, estima-se que 93 mil pessoas serão beneficiadas.

As demais regiões da cidade também terão atividades educativas e de prevenção ao longo do dia. No total, a ação envolverá 2.700 agentes que trabalharão de forma descentralizada pela cidade. “A dengue está mais associada ao calor e água limpa, do que simplesmente chuva, porque qualquer pequena coleção de água, desde uma tampinha de garrafa a um prato de vaso onde é estancada a água pode ser um criadouro. Pequenas coleções de água, até independente de chuvas, podem se tornar criadouros do mosquito da dengue. Então, isso é que traduz a natureza da ocorrência este ano, o forte e intenso calor, que é extremamente favorável à multiplicação do mosquito”, explica a coordenadora da Covisa, dra. Wilma Tieme Miyake Morimoto.

A dengue tem esta tendência de repiques a cada dois ou três anos. O município registrou 5.866 casos em 2010. Nos anos seguintes houve uma redução e, neste ano, o estado de São Paulo registrou um aumento da dengue, pela própria natureza da evolução do mosquito e do próprio vírus. “A dengue é uma doença sazonal, ocorrendo no primeiro semestre a maior parte dos casos. Os meses de março a abril acabam por registrar, historicamente, 50% dos casos do Município”, completa a dra. Wilma.
No caso da Chikungunya, a capital paulista ainda não registrou nenhum caso autóctone da doença.
Ações permanentes
O Programa Municipal de Vigilância e Controle da Dengue é ininterrupto, ocorre durante todo o ano em todas as regiões da cidade. Os agentes de controle de zoonoses realizam ações de orientação aos munícipes e monitoramento de pontos estratégicos, como ferro-velho, locais de grande circulação de pessoas, escolas, entre outros.

As ações de controle da dengue no município de São Paulo seguem o Plano Nacional de Controle da Dengue e o Plano Municipal de Vigilância e Controle da Dengue, sendo divididas em ações preventivas e de bloqueio da transmissão.

As atividades de combate a dengue são desenvolvias em 27 Supervisões de Vigilância em Saúde, entre outros setores envolvidos. As ações contam com participação de aproximadamente 2.700 agentes de zoonoses, além dos 7.000 agentes comunitários da Estratégia de Saúde da Família. Funcionam de forma ininterrupta durante todo o ano desenvolvendo as seguintes atividades:
•         visitas de casa a casa, para orientação aos munícipes;
•         visitas quinzenais para vistoria e tratamento, quando necessário, de pontos estratégicos que são imóveis cadastrados como borracharias, desmanches, floriculturas, recicladoras e outros;
•         visitas mensais a imóveis especiais que apresentam um fluxo grande de pessoas, como escolas, unidades de saúde, delegacias, etc;
•         vigilância epidemiológica;
•         bloqueios de criadouros, realizados a partir de uma notificação de caso de dengue, suspeito ou confirmado. É preconizada a eliminação das formas imaturas do vetor, através do controle mecânico e/ou uso do larvicida, visando interromper a transmissão de dengue;
•        bloqueio de nebulização, com a finalidade de eliminar insetos adultos em atividade ou em seus abrigos. É realizada com a aplicação de inseticidas, como a nebulização pesada (fumacê). Esses procedimentos são realizados geralmente em casos confirmados de dengue.

Como prevenir
- pratos de vasos de plantas devem ser preenchidos com areia;
- tampinhas, latinhas e embalagens plásticas devem ser jogadas no lixo e as recicláveis guardadas fora da chuva;
- latas, baldes, potes e outros frascos devem ser guardados com a boca para baixo;
- caixas d’água devem ser mantidas fechadas com tampas íntegras sem rachaduras ou cobertas com tela tipo mosquiteiro;
- piscinas devem ser tratadas com cloro ou cobertas;
- pneus devem ser furados ou guardados em locais cobertos;
- lonas, aquários, bacias e brinquedos devem ficar longe da chuva;
- entulhos ou sobras de obras devem ser cobertos, destinados ao lixo ou “Operação Cata-Bagulho”;
- cuidados especiais para as plantas que acumulam água, como bromélias e espadas de São Jorge.
Sintomas
A presença de dois sinais, combinada com febre alta, é indicação para procurar o serviço médico, principalmente, quem está chegando de viagem de região contaminada. Os sintomas da dengue clássica como é chamada, acrescida de dor abdominal contínua, suor intenso e queda de pressão caracterizam a dengue hemorrágica.
- Febre alta (acima de 38°C)
- Fraqueza e prostração ou fraqueza
- Dor no corpo e nas juntas
- Dor de cabeça
- Dor no fundo dos olhos (sem resfriado ou coriza)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mais vagas em cursos técnicos na Cidade Tiradentes

04/12/2014



Mais vagas em cursos técnicos

A Câmara Municipal aprovou nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, o Projeto de Lei (PL) 318/2014, de autoria do Executivo, que reestrutura o quadro de funcionários da Fundação Paulistana de Educação e Tecnologia e cria Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes.

A entidade da zona leste, denominada Escola Técnica de Saúde Pública Professor Makiguti foi inaugurada em 2004 e hoje atende a 1200 alunos. Ela se destaca na promoção de cursos técnicos. Em 2010, esteve ameaçada de fechamento.

No inicio deste ano a escola fez adesão ao PRONATEC (Programa Nacional de Ensino Técnico), que permite a oferta de cursos técnicos e de formação inicial e continuada em troca de repasses de recursos do governo federal. A vereadora Juliana Cardoso (PT), relatora do projeto, destacou a importância das mudanças previstas para a Fundação.

“Hoje na cidade de São Paulo temos poucos equipamentos com curso técnico, e o Pronatec está disponibilizando o valor de R$ 15 milhões para o convênio com a prefeitura. Desta forma, poderemos oferecer mais de cinco mil vagas em cursos técnicos na Cidade Tiradentes”, argumentou a parlamentar.

O PL ainda precisa passar em segunda votação e seguir depois para sanção do prefeito Fernando Haddad (PT).






Assessoria de Imprensa
Vereadora Juliana Cardoso
André Kuchar (MTb 15.513)
Telefones 3396-4315 ,  3396-4351 e 9.9172-3371


sábado, 22 de novembro de 2014

Café Memória da Cidade Tiradentes














No último sábado, 22 Novembro aconteceu nosso “Café Memória” que tem por objetivo resgatar histórias do bairro para a elaboração de um novo texto teatral do Grupo Pombas Urbanas.


Hoje 22/11 - tem café memória com Pombas Urbanas as 16 hs, venham curtir conosco um belo espetáculo "Histórias para serem Contadas", tomar um delicioso café e conversar, falar sobre nossa Cidade Tiradentes e suas transformações.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Assista aqui em breve o Café Memoria de Novembro 14













A qui o vídeo da Maria Elisa Frizzarine




Abaixo um texto da página do Pombas Urbanas sobre o Café Memória
Cafezinho. Pão caseiro. Cheiro bom….

As pessoas espalhadas em roda. Conversa de cá, conversa de lá…Risos pelo espaço, memórias espalhadas no ar.

Aos poucos todos começam a ouvir. É Dona Dita falando do antigo mercado Tattá. Diversas lembranças de um tempo em que o espaço do supermercado era mais que um comércio, mas uma referencia dentro de um lugar sem a menor infraestrutura para a sua população.

No relato de Dona Dita, a paisagem do bairro recém-inaugurado: Neblina, frio, ruas iguais, cinza, nada além de casas e prédios.

No Café, surge também o relato de Seu Pacheco, pedreiro que trabalhou na construção do supermercado: -Eu levantei essas parede tudo aqui…

E como se ainda visse, apontava no espaço onde ficava cada coisa: Aqui era o açougue, a padaria era ali, aqui ficavam os biscoitos….

E conta de episódios quase inacreditáveis: -Quando a gente tava fazendo isso aqui, teve um dia que o barranco deslizou, fiquei soterrado…Só a cabeça de fora. Veio até helicoptero me resgatar. Não machuquei nada …

Seu Ronaldo nos fala de sua vivência com a mata próxima a sua casa, hoje quase trinta anos depois denominada como “Parque da Consciência Negra”.

-Os bichos conversam comigo…

Cada vez mais, as histórias surgiam. As festas no bairro. As brincadeiras das crianças. As visitas dos políticos:

-Quando Erundina era prefeita, ela vinha aqui. Cantava “Asa branca”…Era bonito…

Os olhos de todos brilhavam como que transportados a um passado nem tão distante assim.

Hora de comer, afinal, a mesa está com uma cara ótima.

Rodinhas por todos os lados do CCAC. Gente de todas as idades. Musica rolando no improviso. Mistura pandeiro, sanfona e violão. Mistura o rap, o forró e o pagode. Por que esse bairro é uma colchade retalhos, onde se misturam sotaques de todo o país. Onde se mistura gente de todos os cantos da cidade, construindo suas histórias em um novo lugar.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Haddad diz em encontro de prefeitos que repactuação da dívida beneficia 25 milhões de brasileiros

Prefeito Fernando Haddad participou nesta segunda-feira da 66ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos realizada em Campinas (SP). Além da repactuação da dívida, os prefeitos também debateram a tarifa do transporte público e o desenvolvimento social. Leia abaixo a cobertura completa O prefeito Fernando Haddad disse nesta segunda-feira (10), durante a 66ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que o projeto de lei que prevê a renegociação da dívida de estados e municípios com a União vai beneficiar a vida de 25 milhões de brasileiros que vivem em 180 municípios. O PLC 99/2013 altera as regras de indexação das dívidas e foi aprovado pelo Senado Federal na última quinta-feira (5) e depende de sanção presidencial. O encontro de prefeitos, realizado em Campinas (SP), também abordou os temas: os municípios brasileiros e o Congresso Mundial de Águas (Seul-2015 e Brasília-2018); as diretrizes para desburocratização de licenciamentos na construção civil; os desafios para o barateamento da tarifa do transporte coletivo urbano e o papel dos governos locais nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Isso [o projeto aprovado] vai afetar a vida de 25% dos brasileiros que moram em um dos 180 municípios beneficiados pela decisão. Não fazia o menor sentido que os municípios pagassem mais que a taxa Selic porque esses contratos foram firmados no passado para oferecerem subsídios. O Congresso Nacional por unanimidade votou pelo reequilíbrio do contrato. Ou seja, pela regra nova paga-se no máximo a taxa Selic e abate-se o que se pegou a mais. O equilíbrio foi reestabelecido e o pacto federativo foi retomado”, afirmou Haddad. Em São Paulo, a revisão de indexadores vai possibilitar a médio e longo prazo a retomada de investimentos na cidade. “Minha estimativa é que em torno de seis anos vamos dobrar a capacidade de investimentos, superando os R$ 7 bilhões. Vamos então nos colocar no mesmo patamar de investimentos do Rio de Janeiro”, disse Haddad. O vice-presidente Michel Temer, que participou dos debates na manhã desta segunda-feira (10), disse que vai levar a manifestação da FNP à capital federal. ”Eu pretendo dar a minha contribuição e levar para Brasília esta reivindicação mobilizada pelo movimento dos prefeitos”, afirmou Temer. Para o vice-presidente, o diálogo com os prefeitos é essencial para a construção de políticas públicas e para o aprimoramento da democracia. Tarifa de ônibus Durante a plenária sobre a tarifa do transporte público, os debatedores analisaram o financiamento das gratuidades e a implantação de faixas e corredores de ônibus. Na questão tributária, os temas foram a desoneração dos insumos de transporte e a municipalização da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE). Com o objetivo de construir critérios técnicos que permitam um dimensionamento adequado dos custos do transporte público, a FNP, a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Transporte Urbano e Trânsito firmaram parceria para construir em quatro meses uma planilha nacional que seja referência para o setor. A iniciativa é uma ferramenta de transparência e de gestão do setor. Em São Paulo, a proposta de orçamento para o próximo ano prevê subsídio ao transporte público de R$ 1,4 bilhão, enquanto em 2014 foi de R$ 1,396 bilhão. A atualização seguiu o percentual de custeio de outros serviços. Em 2014, o subsídio orçado na LOA foi complementado com o remanejamento de outros recursos e chegou a R$ 1,7 bilhão. A decisão quanto a eventual reajuste de tarifa de transporte público para o próximo ano está condicionada ao resultado de uma auditoria internacional contratada pela Prefeitura neste ano, feita pela empresa Ernst & Young, que está analisando as planilhas de custos do sistema. Faixas exclusivas A segregação de uma das faixas do Corredor Norte-Sul para o transporte coletivo, por meio da Operação Dá Licença para o Ônibus, tem retirado da cidade cerca de duas toneladas de dióxido de carbono diários da atmosfera, além de garantir mais velocidade no deslocamento dos usuários. A criação de mais de 350 quilômetros de faixas exclusivas desde o ano passado, foi uma das medidas de desenvolvimento sustentável apresentadas no fim da tarde desta segunda-feira (10) pelo prefeito Fernando Haddad, durante mesa sobre o tema na 66ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). “No Corredor Norte-Sul, que é o principal da cidade, são duas toneladas de dióxido de carbono a menos na atmosfera. Só pela diminuição da queima de diesel em único corredor, que tem em torno de 25 quilômetros. Nós fizemos mais de 350 quilômetros e em um de menos de 10% do total, o ganho ambiental é enorme”, disse Haddad. Ao lado do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, o representante da Organização das Nações Unidades (ONU), Haroldo Machado e do secretário municipal de Relações Internacionais, Leonardo Barchini, Haddad falou sobre aliar desenvolvimento social e sustentabilidade. Além das faixas exclusivas, Haddad falou sobre a Lei de Incentivo a Zona Leste, a criação de duas centrais mecanizadas e Parceria Público-Privada (PPP) da Iluminação Pública, que substituirá todo o parque por LED, que é mais econômica que o modelo atual. Desburocratização As medidas que as cidades podem adotar para desburocratizar e encurtar os prazos para o licenciamento de obras foram o eixo dos debates da quarta plenária. Entre as experiências de sucesso apontadas está a tomada pela cidade de Maringá (PR). O município de 400 mil habitantes passou todas as fases de avaliação de processos para sistemas digitais únicos, como o “Agiliza Obras”, implantado há dois anos e meio, além do alvará on-line. Os empreendedores entregam o projeto por meio de disco digital, que passa por nove fases até ser aprovado, diminuindo o prazo, que chegava a seis meses, para 15 dias.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Show Luz e Alegria no CEU Água Azul

Honorato Produções apresenta 

Show Luz e Alegria

Produção: Robson Honorato de Oliveira


Auxiliar de produção: Raquel Honorato
Cenografia: Dodo
Sonoplastia: Robson Honorato / Luis Guilherme 
Roteiro: Renan Luz

Atores: 


Renan da luz Gouvea / reluz
Silvio césar Cerri / soneca
Luis Guilherme Bonfim Siqueira / empresário / lutador / comprador / leitor de notícias de trabalho 
Robson Honorato de Oliveira / dono do circo 
Israel Ferreira de Oliveira / filho do dono do circo. 
Iluminacao / Leandro ceu água azul








Apoio: 


Stúdio Cplanner /www.estudiocplanner.com/
Ângela a Coordenadora Cultural do CEU Água Azul
Filmagem Milton Roberto 
Finalização: multicolor interatividade

http://goo.gl/ghiYzV

aSSISTA O VÍDEO EM:
 http://youtu.be/C-MHwoo-iNg


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Senado aprova renegociação da dívida de Estados e Municípios

Projeto prevê mudança do indexador (juros e correção) da dívida da cidade com a União. Com isso, o saldo devedor atual de R$ 62 bilhões passará para R$ 36 bilhões (42% a menos) e o Município se torna solvente. O projeto de lei segue para sanção presidencial O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (5), por unanimidade, o projeto de lei que altera o indexador da dívida de Estados e municípios com União. De acordo com o PLC 99/2013, os encargos atuais contratuais, IGP-DI acrescidos de juros de 6% a 9% ao ano, passarão para IPCA acrescido de juros de 4% ao ano. O texto, que foi aprovado pela Câmara em outubro do ano passado, também autoriza o recálculo do saldo devedor dessas dívidas, reestabelecendo o equilíbrio econômico financeiro entre as partes. O projeto de lei aprovado segue para sanção presidencial. “É uma vitória para a Federação e um grande gesto da presidente Dilma Rousseff, que foi reconhecido por unanimidade pelo Senado Federal hoje”, disse o prefeito Fernando Haddad após a aprovação. Ele acompanhou a votação no Senado Federal, representando a FNP (Frente Nacional dos Prefeitos). A proposta, segundo Haddad, corrige uma distorção do contrato original, porque as condições de pagamento que eram favoráveis aos Estados e municípios em 2000, se tornaram favoráveis à União, que tem um custo mais baixo de captação de recursos. Quando o contrato foi assinado em 2000, a dívida do Município era de R$ 11 bilhões. Desde então, já foram pagos mais de R$ 25 bilhões em amortização e juros, e o saldo atinge hoje R$ 62 bilhões. Com a aprovação do projeto, a redução do estoque será de cerca de R$ 26 bilhões (42%). Sem a renegociação, ao final do contrato em 2030, o saldo devedor poderia atingir R$ 170 bilhões, e o comprometimento da receita anual chegaria a 30%, deixando a administração inviável. “A cidade se torna solvente no longo prazo e gradativamente recupera sua capacidade de investimento”, disse Marcos Cruz, secretário municipal de Finanças. De acordo com a pasta, o impacto nas contas públicas nacionais, por outro lado, é pouco significativo. Não gera impacto na Dívida Líquida do Setor Público Consolidado, uma vez que apenas afeta dívidas entre estados e municípios e a União, ou seja, o seu efeito é anulado quando da consolidação das contas dos entes públicos. O projeto não altera, de imediato, a capacidade de endividamento da Prefeitura. Isto porque, o saldo da dívida ainda deixa a cidade próxima aos limites máximos de endividamento máximos definidos pelo Senado (120% da Receita Corrente Líquida). Hoje, a administração municipal investe aproximadamente metade que as demais capitais do sudeste (em percentual da Receita e também per capita), apesar de o nível de poupança (antes do pagamento das dívidas) ser superior ao dessas cidades. Porém, com a aprovação da renegociação, será revertido gradualmente o cenário de baixo investimento da última década. Leia abaixo texto completo sobre a dívida da cidade, o projeto aprovado e seus impactos Introdução O PLC 99/2013, que trata da renegociação da dívida dos Estados e Municípios com a União, foi aprovado na tarde desta 4ª feira em votação plenária pelo Senado Federal. O Projeto de Lei complementar altera o indexador dos débitos, trocando os atuais encargos contratuais (IGP-DI acrescidos de juros de 6% a 9% ao ano) por IPCA acrescido de juros de 4% ao ano. O Projeto de Lei autoriza, ainda, o recálculo do saldo devedor dessas dívidas, reestabelecendo o equilíbrio econômico financeiro entre as partes. Este Projeto de Lei decorre de iniciativa do Poder Executivo, encaminhada ao Congresso Nacional no final de 2012. Foi votado e aprovado pela Câmara dos Deputados em outubro de 2013. Ainda naquele ano, seguiu para o Senado, sendo aprovado nesta data. Irá agora para sanção da Presidenta da República. Contexto A Lei nº 9.496, de 11 de setembro de 1997, e a Medida Provisória nº 2.185-35, de 24 de agosto de 2001, foram importantes marcos para a recuperação das finanças públicas nacionais. A União reconheceu que o país não poderia voltar a ter um desenvolvimento sustentável se os Estados e Municípios não fossem resgatados da situação de superendividamento em que se encontravam. Assim, a União assumiu as dívidas dos entes subnacionais e as refinanciou em condições mais favoráveis que a própria União obtinha no refinanciamento de sua dívida (taxa SELIC). Isto é, a taxa do contrato entre a União e os demais entes, definida em IGP-DI mais juros de 6% a 9% ao ano, era muito mais vantajosa à época, pois representava encargo aproximadamente 25% inferior à taxa SELIC. Este objetivo de subsidiar os estados e municípios foi explicitado na Mensagem Presidencial 154, de 3 de agosto de 2000 (que encaminhou a proposta de fixação dos limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios): “(...) Os contratos firmados entre a União e Estados e Municípios representaram o alongamento da dívida destes entes, que foi refinanciada para mais de 30 anos, com a diminuição dos encargos contratuais, de forma a pagarem à União taxas bem menores do que aquelas que pagariam no mercado e mesmo menores do que a taxa à qual a União se financia no mercado. Como a taxa de juros paga sobre a dívida renegociada é menor que o custo de captação da União, existe um subsídio aos Estados e Municípios (...)” [parágrafo 21] Ocorre que o ambiente macroeconômico mudou bastante desde o final da década de 1990 até os dias atuais. Aqueles encargos, fixados originalmente pelas referidas leis para as dívidas refinanciadas dos entes com a União, que antes eram inferiores às taxas de juros aplicadas à dívida pública junto ao mercado, deixaram de ser razoáveis e, em muitos casos, passaram a superar a taxa SELIC. Em números aproximados, na variação acumulada desde 2000, o IGP-DI +9% foi bem superior à SELIC: o primeiro acumulou mais de 1000% e enquanto o segundo, 600%. Ou seja, o objetivo original do legislador não foi atingido em decorrência das mudanças nos parâmetros de taxas de juros praticados na economia nacional. A União passou a obter ganho líquido, em decorrência do diferencial entre os encargos que recebe dos entes e os que paga ao mercado na rolagem de sua dívida mobiliária. Portanto, a União deixou de subsidiar os entes subnacionais para ser subsidiada por eles. Formou-se um verdadeiro desequilíbrio econômico financeiro nesses contratos, prejudicando os estados e os municípios. O desequilíbrio econômico financeiro foi mais forte nos contratos com encargos de IGP-DI + 9% ao ano, que apresentaram desde 2000 variação acumulada superior até mesmo aos encargos financeiros aplicáveis em caso de mora nos mesmos contratos: SELIC + 1% ao ano. Ou seja, nestes casos, deixar de pagar a dívida ficou menos oneroso que pagá-la em dia. A MP nº 2.185-35/01 prevê que os juros cairiam para 6% ao ano desde o início do contrato para aqueles que conseguissem realizar amortização (de 20% do saldo devedor dentro dos primeiros 30 meses de financiamento, e que os juros permaneceriam de 9% ao ano para aqueles que não conseguissem. Entretanto, os entes não tinham condições financeiras/orçamentárias e tampouco ativos para alienar (como empresas ou bancos), o que tornou essa alternativa de redução de juros praticamente inviável. Comprovação disso é que apenas 3 municípios dentro dos 180 conseguiram realizar essa amortização extraordinária. No caso do Município de São Paulo e em decorrência dos altos encargos, desde 2000 até agora, apesar de pagar em dia todas as prestações do contrato com a União, o Município não conseguiu reduzir seu endividamento, que permaneceu durante todo o período em torno de 200% de sua Receita, mesmo sem fazer nenhuma nova dívida no período. Cabe ressaltar, que o limite de endividamento estabelecido pelo Senado Federal para os municípios é de 120%, estando o Município de São Paulo, desde a assinatura do contrato, muito acima deste limite. Quando da assinatura do contrato em 2000, a dívida do Município era de R$ 11 bilhões. Desde aquele ano até agora o Município pagou mais de R$ 25 bilhões em amortização e juros, mas a dívida com a União hoje é de R$ 62 bilhões. Situação atual e o que aconteceria se a dívida não fosse repactuada Nas condições atuais, mesmo pagando as prestações do contrato corretamente, São Paulo continuaria com endividamento próximo a 200% de sua receita, bem acima do limite estabelecido pelo Senado Federal e, nos termos da Resolução nº 40/2001 do Senado Federal, os municípios que ao final de 2016 estivessem com o montante total de suas dívidas (dívida consolidada líquida) superior a 120% a sua receita anual (receita corrente líquida), sofreriam diversas penalidades, em especial ficariam impedidos de receber transferências voluntárias da União ou dos Estados. Seria este o caso de São Paulo, que tem dívida em torno de 200% da receita anual. Por mais que ocorresse alteração dos encargos da dívida com a União para o futuro, não recalcular o saldo devedor significaria punição direta ao Município e aos seus cidadãos já em 2017, com a imediata redução de recursos para áreas como saúde, educação e mobilidade urbana. Sem a renegociação, ao final do contrato em 2030, o seu saldo devedor atingiria R$ 170 bilhões a preços de hoje. Para o seu pagamento, o comprometimento da receita anual naquele ano passaria dos atuais 13% para mais de 30%, inviabilizando a Cidade. Cabe ressaltar que, em decorrência do alto comprometimento com o pagamento das dívidas, a Cidade de São Paulo investe aproximadamente metade que as demais capitais do sudeste (em percentual da Receita e também per capita), apesar de o nível de poupança (antes do pagamento das dívidas) ser superior ao dessas cidades. Impactos da aprovação do Projeto de Lei O objetivo do PLC 99/2013 é corrigir esse desequilíbrio econômico financeiro em duas dimensões: Primeiro, alterará os encargos utilizados nas dívidas de Estados e Municípios com a União, que atualmente é IGP-DI acrescido de juros de até 9% ao ano, para IPCA + 4% ao ano, a partir de janeiro de 2013, o que evitará que o saldo devedor junto à União continue crescendo de maneira exponencial. Segundo, permitirá que a União conceda desconto sobre os saldos devedores desses contratos, em valor correspondente à diferença entre o existente e o calculado com a variação da taxa SELIC desde a assinatura do contrato. Portanto, esse desconto apenas corrige o desequilíbrio econômico financeiro desses contratos. Vale dizer, somente os encargos superiores à variação da taxa SELIC poderão ser objeto do desconto previsto, ou seja, faz com que nenhum ente pague mais que o custo de captação da própria União. Com o Projeto, a dívida consolidada líquida de São Paulo reduzirá de R$ 68 bilhões para um pouco mais de R$ 42 bilhões (especificamente a dívida com a União: o estoque atual de R$ 62 bilhões reduzirá para R$ 36 bilhões). Esse novo estoque levará a dívida consolidada municipal a aproximadamente 117% da sua receita anual, ficando próxima ao teto de endividamento definido pelo Senado Federal. Essa nova realidade permitirá ao Município de São Paulo quitar sua dívida até o final do contrato (em 2030) e irá abrir gradualmente espaço fiscal para o Município investir. É importante frisar que é equivocada a ideia de que o recálculo do saldo devedor da dívida com a União, nos termos do PLC 99/2013, abriria espaços significativos para São Paulo se endividar. Apesar de o PLC permitir que São Paulo reduza o saldo devedor com a União em R$ 26 bilhões, não será possível se endividar novamente nessa magnitude, uma vez que o seu estoque de dívida ficará ainda próximo aos limites de endividamento definidos pelo Senado Federal. Novos endividamentos serão apenas marginais e condicionados a celebração de Programa de Acompanhamento Fiscal - PAF, supervisionado pelo Tesouro Nacional, com expectativa em torno de R$ 4 bilhões escalonados nos próximos anos. Esses recursos terão importante papel para alavancar os investimentos na Cidade, em decorrência dos mais de R$ 7 bilhões em projetos contidos em contratos do PAC já assinados com o Governo Federal, que pelo sistema de contrapartida permitiria multiplicar cada Real captado em operação de crédito em até três vezes em investimentos na melhoria da infraestrutura pública da capital paulistana. O impacto nas contas públicas nacionais é pouco significativo. Não gera impacto na Dívida Líquida do Setor Público Consolidado, uma vez que apenas afeta dívidas entre estados e municípios e a União, ou seja, o seu efeito é anulado quando da consolidação das contas dos entes públicos. A aprovação do PLC 99/2013 representa um marco para as finanças públicas nacionais, pois mantém a estrutura e a sistemática atual estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mas corrigindo uma distorção econômico financeira que estava sufocando os entes subnacionais e que comprometeu a saúde financeira dos estados e municípios. Para a Cidade de São Paulo, este Projeto de Lei significa reverter o cenário de baixo investimento dos últimos 10 anos e que se perpetuaria pelos próximos 20 anos, levando a Cidade invariavelmente à insolvência em 2030. Ele transforma o futuro de São Paulo, evitando a sua insolvência e retomando, gradualmente nos próximos anos, a capacidade de investimento para atender as demandas fundamentais para a população paulistana, como, por exemplo, mobilidade urbana, saneamento, habitação, saúde e educação

sábado, 25 de outubro de 2014

Periferia com Dilma na Praça Brasil em Itaquera - Assista tudo sobre,

O evento Periferia com Dilma reuniu centenas de pessoas ligadas a movimentos culturais, de juventude, direitos humanos, moradia e comunicação.

































Entre os grupos que assinaram o manifesto estão a Agência Popular de Cultura Solano Trindade, a Comunidade Cultural Quilombaque, a Liga do Funk, o Fórum de Cultura da Zona Leste, o Observatório da Juventude Zona Norte e o coletivo de jornalismo comunitário Periferia em Movimento. O comício teve ainda a presença de artistas como Negra Li, Emicida, Tulipa Ruiz, Lirinha, Henri Castelli e o poeta Sérgio Vaz. Também estiveram presentes o deputado federal reeleito no Rio de Janeiro pelo PSOL, Jean Willys, o senador Eduardo Suplicy, o prefeito Fernando Haddad e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=td1vika3FCc Saimos da Cidade Tiradentes para prestigiar e apoiar nossa grande Presidente em sua candidatura a reeleição. Confira à seguir toda nossa emocionante aventura com o povo querendo Dilma de novo. A Rapper Tiele Santos e o pessoal do Hip Hop, Funk e demais artistas apoiando Dilma A presença de Emicida e a condução do rapper GOG de BRasilia Jean Willys apoia Dilma e tem seus motivos. VEJA Fernando Haddad diz por que Dilma 13 A Chegada de Dilma na Praça Brasil Lula discursa empolgado Agora Dilma com a força do povo. Reportagem da Rede TVT- https://www.youtube.com/channel/UCmQTY7b5w61WlmBbJ5a8XrQ Lira Alli do Levante Popular da Juventude em apoio a #Dilma13: "Aécio é governo para os ricos" Perideria Com Dilma

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

11 Anos da CASA SER Dorinha em Cidade Tiradentes





Casa SER Dorinha comemora 11 anos 




Equipamento reconhecido por prestar orientação a mulheres sobre seus direitos teve debates palestras e apresentações culturais
A Coordenadora e o garçom

 Condensado Baseado em artigo de  Cecília Figueiredo 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Coordenadoria de Saúde Leste, Supervisão Técnica de Saúde Cidade Tiradentes e Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), realizaram nesta sexta-feira (24/10), a partir das 9h, comemoração pelos 11 anos da Casa SER ( Centro de Atenção à Saúde Sexual e Reprodutiva Maria Auxiliadora Lara Barcelos - Casa SER Dorinha). 

No programa atividades culturais e apresentação da Unidade Móvel de Atendimento às Mulheres do Programa Mulher Viver sem Violência. Notabilizada por prestar orientações a mulheres sobre seus direitos, atendimento não preconceituoso de adolescentes grávidas e acesso aos métodos contraceptivos, a Casa SER Dorinha terá uma programação especial. Entre as atividades destacam-se palestras sobre direitos sexuais e reprodutivos e laicidade do Estado. 

As palestrantes serão feitas por Maria Lúcia da Silveira, assessora técnica de Ações Temáticas da SMPM; Rosemary A. Souto, coordenadora da Casa SER Dorinha e Dulce Xavier, secretária-adjunta da SMPM. 


Em seis meses, a unidade móvel – parte das ações de enfrentamento à violência contra a mulher - já prestou atendimento a cerca de 8 mil mulheres nas regiões Sul e Leste da cidade. No último mês, o serviço móvel esteve em São Mateus, São Miguel e Guaianases. 

O ônibus lilás é um veículo adaptado e equipado para o atendimento emergencial e preventivo. Nele trabalha uma equipe multidisciplinar treinada para a escuta das denúncias e primeiro atendimento. O veículo está capacitado para circular em áreas de difícil acesso, distantes e desprovidas de equipamentos da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, como zonas periféricas dos grandes aglomerados urbanos, zona rural, assentamentos precários e áreas de mananciais. Assim, garante-se a orientação destas mulheres no que se refere à defesa dos direitos e o atendimento humanizado.


Denise Mota Dau

Nádia Campeão
A  Miss Cidade Tiradentes


a Ministra

Equipe do ônibus
Auxiliadora, a conselheira local

A Diversidade pelo mesmo ideal
















Com participação da ministra Eleonora Menicucci, SMPM celebra aniversário de 11 anos da Casa Ser

Unidade foi o primeiro serviço público de saúde da cidade de São Paulo criado para funcionar como espaço de escuta para vivências e experiências das mulheres na área da sexualidade e saúde reprodutiva



A Ministra da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci e a Secretária Municipal de Políticas para as Mulheres, Denise Motta Dau, participaram, na última sexta-feira, 24/10 da apresentação da Unidade Móvel de Atendimento às Mulheres em Cidade Tiradentes e do aniversário de 11 anos da Casa Ser Dorinha, Centro de Atenção à Saúde Sexual e Reprodutiva das Mulheres, em Cidade Tiradentes, serviço da Secretaria Municipal de Saúde localizado em Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo, que tem a SMPM como parceira na gestão.
A solenidade foi prestigiada pela vice-prefeita, Nádia Campeão, pelo Secretário do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Artur Henrique e pela Secretária Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Luciana Temer, reunindo, ainda, várias autoridades locais, agentes de saúde e representantes dos movimentos de mulheres.
Estiveram presentes: Rosângela Rigo, Assessora Técnica do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, Adriana Neves da Silva Morales, Subprefeita de Cidade Tiradentes, Jacira Melo, da Agência Patrícia Galvão Fernanda Cabrini, executiva de relações governamentais da AVON, além de gestores das unidades de saúde, dos equipamentos de atendimento à mulher da região e da GCM.
Ao falar sobre a Unidade Móvel, que faz parte do “Programa “Mulher Viver Sem Violência”, a ministra Eleonora destacou o passo importante que representa a chegada do ônibus na vida da mulher. “Quando a mulher decidir subir no ônibus está dando o maior salto qualitativo da vida dela. Está rompendo o medo de falar e denunciar e adquirindo esperança para o novo ciclo de vida que poderá encontrar dentre nesse ônibus. Por isso, não se trata, meramente de um ônibus, mas de uma política pública de enfrentamento à violência”, ressaltou.
Em sua fala, a Secretária de Assistência e desenvolvimento social, Luciana Temer disse que por se tratarem de questões interligadas, são fundamentais as parcerias que vem sendo mantidas entre a Assistência Social, a Saúde e as Políticas para as Mulheres para a efetivação da Lei Maria da Penha. Ela lembrou ainda a criação da SMPM como um marco importante para a cidade de São Paulo, concretizada pela gestão do prefeito Fernando Haddad. “A Lei Maria da Penha é uma conquista gigantesca da sociedade. Agora fazer com que ela funcione e seja cumprida é o nosso grande desafio. Esse ônibus é um exemplo de instrumento de implementação e fortalecimento da Lei”.
Rosemary Souto, coordenadora da Casa Ser, que realiza, mensalmente, cerca de 1.500 atendimentos às mulheres, na área de saúde sexual e reprodutiva, foi sucinta: Estamos todas há 11 anos empoderando as mulheres. Essa é a nossa maior luta”.
Para a Secretária de Políticas para as Mulheres do município de São Paulo, Denise Motta Dau, a apresentação da Unidade Móvel no momento em que a Casa a Ser completa 11 anos de funcionamento demonstra o resultado do que se configura, na prática, como fortalecimento do controle social na cidade. Segundo ela, “a Casa Ser representa uma” reivindicação histórica do movimento de mulheres, que, há muito tempo, já pedia a instalação de um serviço que fosse referencia na área dos direitos sexuais e reprodutivos, mas que também fosse referência em capacitação de profissionais de saúde para essa área.
Da mesma forma, lembrou Denise, a chegada da Unidade Móvel representa ainda o resultado da metodologia de gestão que dialoga, de fato, com as demandas sociais da população. “ Para fortalecer a Lei Maria da Penha, é preciso a ampliação de serviços. Chegar onde o povo está faz parte desse processo”, afirmou.
Já a vice-prefeita, Nádia Campeão afirmou que nunca será demais comemorar, todos os anos, o aniversário da Casa Ser. “Essa celebração significa a garantia de que as conquistas e os direitos das mulheres sejam permanentes. Estivemos aqui no ano passado e estaremos sempre que a Casa aniversariar, pelo significado simbólico que a data representa”.
Além da solenidade, o dia também foi dedicado a exames médicos a apresentações culturais. . Agentes de saúde estiveram no local, realizando cadastro de mamografia além de exames de HIV e sífilis. Um posto móvel de Atendimento do Centro de Apoio ao Trabalhador disponibilizou cadastros para inserção no mercado de trabalho. O aniversário também foi celebrado com a apresentação de um grupo de meninas, que fizeram a coreografia da campanha "Quem Ama Abraça".
Veja mais de CASA SER em:
Dez Anos da Casa SER

Assista os videos do aniversario.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

Dr. Marcio Rachkorky comentarista do SPTV 1ª Edição em novembro na Cidade Tiradentes






PALESTRANTE

Dr. Marcio Rachkorsky

Advogado, graduado pela PUC-SP, especialista em condomínios, pós graduado em contratos, comentarista do SPTV 1ª Edição e apresentador do quadro “Meu Condomínio tem Solução” na TV Globo, apresentador do boletim “Condomínio Legal” na Rádio CBN, consultor do quadro “O Conciliador” do Fantástico, membro da equipe “Chame o Síndico” do Fantástico, Presidente da Assosíndicos - Associação dos Síndicos do Estado de São Paulo, autor pela Editora Saraiva, incluindo o áudio livro “Tudo Que Você Precisa Ouvir Sobre Condomínios”, docente do curso de MBA em gestão imobiliária da Universidade 2 de julho, coordenador do Curso de formação de Síndicos Profissionais, membro da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB-SP, colaborador e articulista de diversos jornais e revistas, titular do escritório Rachkorsky Advogados Associados.'

Leia a matéria do em:

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marciorachkorsky/2014/08/1501177-casa-grande--senzala.shtml


Ouça em:
http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-1a-edicao/v/marcio-rachkorsky-fala-sobre-como-deve-ser-feita-a-manutencao-em-predios/1896832/

https://www.facebook.com/multicolor.interatividade/media_set?set=a.872065886137060.1073741950.100000009691591&type=1

domingo, 28 de setembro de 2014

Plano Brasil Sem Miséria é lançado para retirar 22 milhões da pobreza extrema

Desde a posse como presidenta da República, Dilma apontou a erradicação da pobreza extrema como a luta mais obstinada do governo dela. Daí surgiu a motivação para criar o Plano Brasil Sem Miséria.
Em 2011, ela firmou como objetivo retirar 16,2 milhões de brasileiros da situação de miséria, identificada pelo Censo do ano anterior. Hoje, a meta foi cumprida e superada: 22 milhões foram beneficiados.
Graças ao Brasil Sem Miséria, famílias extremamente pobres foram localizadas e incluídas de forma integrada nos mais diversos programas de acordo com as suas necessidades.
São ações que agregam transferência de renda, acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento, água e energia elétrica, e inclusão produtiva.
“Não deixamos em nenhum momento de lutar em favor de todos os brasileiros em especial dos que mais precisam. Com o olhar muito especial para os jovens, para as mulheres e para os negros (…) reforçamos o programa Brasil Sem Miséria e estamos a um passo de acabar com a pobreza absoluta em todo o território nacional”, comemorou Dilma.
Saiba mais: http://goo.gl/buBsg3

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Programa de “De Braços Abertos” tem nova entidade gestora

O convênio com a Adesaf terá duração de 12 meses, e o objetivo é promover a reabilitação psicossocial de pessoas em situação de vulnerabilidade social e uso abusivo de drogas


O programa “De Braços Abertos”, da Prefeitura de São Paulo, voltado a dependentes químicos da região da Luz, tem nova entidade responsável pela gestão da frente de trabalho e moradia em hotéis da região. A Associação de Desenvolvimento Econômico e Social às Famílias (Adesaf) foi a vencedora do chamamento público para celebração de convênio. O objetivo da parceria é promover a reabilitação psicossocial  de pessoas em situação de vulnerabilidade social e uso abusivo de drogas.

O convênio com a Adesaf terá duração de 12 meses, a partir da data de assinatura, podendo ser prorrogado nos termos da legislação vigente. O custo mensal será de R$ 815 mil para pagamento das despesas, como a contratação de profissionais e os auxílios e subsídios aos beneficiários do programa. A Adesaf vai substituir a Organização Brasil Gigante, contratada no início do ano em caráter emergencial.

As secretarias municipais de Assistência e Desenvolvimento Social, do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo e de Saúde farão atendimentos aos beneficiários do programa em suas respectivas áreas.

À Adesaf caberá realizar as ações previstas no convênio, como resgatar a autoestima e cidadania, promover a inclusão social e informar os beneficiários sobre os danos causados pelo uso do crack e outras drogas. A associação também vai supervisionar, acompanhar e controlar a ocupação das vagas de hospedagem dos beneficiários.

O programa “De Braços Abertos” continuará a ser executado na cidade de São Paulo, priorizando o fluxo de pessoas que frequentam a região da Luz, conhecida como Cracolândia. Se durante a execução do convênio outras regiões com as mesmas características da Luz forem identificadas, os trabalhos poderão ser ampliados.

A Prefeitura de São Paulo não trata locais onde ocorre uso público de drogas como “cracolândias”, pois cada região ou aglomeração tem características diferentes com relação à renda, exclusão social, acesso a moradia e serviços de saúde. Na região do Parque D. Pedro, por exemplo, o perfil das famílias cadastradas levou à negociação e criação de um programa específico, sem ligação direta com o dependência química, chamado Autonomia em Foco.

“De Braços Abertos”
Iniciado em janeiro deste ano, após acordo com moradores de 147 barracas que ocupavam as ruas Helvetia e Dino Bueno, o programa “De Braços Abertos” atende, atualmente, 422 beneficiários cadastrados. Por meio do programa, a Prefeitura oferece moradia em sete hotéis, três refeições diárias, oportunidade de emprego com renda de R$ 15 por dia, além de tratamento contra o vício com acompanhamento.

Veja aqui e veja o edital de chamamento, a retificação ao edital e a ata da sessão do chamamento público que considerou a Adesaf como vencedora
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Jornal Cidade Tiradentes

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Alguém neste país ainda limpa a bunda com jornal?