quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cidade Tiradentes diz não ao Monotrilho

Coluna do Vieirinha

CIDADE TIRADENTES DIZ NÃO AO MONOTRILHO

O que é um monotrilho? É um ônibus parecido com um trem em cima de uma ferrovia constituída por um único trilho, diferentes das ferrovias tradicionais que possuem dois trilhos paralelos.

Como funciona? O Monotrilho circula sobre uma viga de cimento, de 70X1.30, com pneus. As vigas ficam sobre pilastras com até 15 metros de altura, e colunas com 30 metros de extensão uma da outra. Não há tabuleiro, pois entre as vigas o espaço é vago.

Como foi projetado o Monotrilho? Foi Projetado para ligar a região do Oratório até a Cidade Tiradentes, a partir de 2014.

Como Surgiu a idéia desse monotrilho para nossa região? Surgiu a partir do momento em que o Kassab, e sua comitiva fizeram uma viagem ao Japão e a Europa, ficou encantado com o bondinho da Disney. Com a chegada da copa do mundo, achou que seria o ideal para resolver o problema de transporte de massa em São Paulo.
E esse monotrilho não é bom? Claro que não, olha só, esse monotrilho com uma extensão de 24 km é um verdadeiro minhocão dentro da zona leste. Um crime paisagístico, Eles falam que embaixo vai compensar com plantio de árvores mais até essas arvores crescerem os espaços deverão se transformar em verdadeiros lixões, ai vocês podem Imaginar a beleza que vai ser e o que vai acontecer.

Quantos carros compõem um trem de monotrilho? Segundo os técnicos e representantes do metrô o monotrilho terá 90 metros de comprimento, não temos certeza mais algumas informações é que serão 06 carros e terá 72 pneus, e não sabemos de quanto em quanto tempo serão trocados esses pneus.

Quantos passageiros podem ser transportados? Segundo os representantes da Cia do Metrô, e do governo municipal Sr. Marcos Kassab, afirmam que o monotrilho tem capacidade para transportar até 48.000 passageiros no horário de pico hora/sentido. Urbanistas, Arquitetos, Sindicalistas, refugam esses dados. E dizem que a capacidade do monotrilho é para 17.000 passageiros no horário de pico hora/sentido, portanto o monotrilho já nasce saturado.

Corre o Risco de Acidente? Claro que sim, toda maquina é possível de pane, e provocar acidente, principalmente quando a manutenção não é perfeita, veja o que vem acontecendo no Metrô, sempre apresenta defeito, colocando em risco a vida dos passageiros.

Em caso de Quebra como será a retirada dos passageiros? O preço da passagem com certeza não da direito ao kit pára-quedas, todos terão que descer de uma altura de 15 metros, na base de cada um prá si, e salve-se quem puder.

O que piora? Para o comercio imaginamos que será uma grande perda, pois as estações serão muito distantes umas das outras com isso a viagem feita por pedestres irão diminuir.


A Paisagem fica afetada? Claro que sim. Será um verdadeiro minhocão um pouco mais magro do que aquele conhecido da avenida São João. E que pode ser transformado em verdadeiro cartão postal da miséria em nossa região, tanto por cima, um enorme viaduto sustentado por baixo por enormes colunas de concreto e espaços vazios que podem se transformar em parque de diversão do diabo

Privacidade -  Com 24,5km de extensão e 12 metros de altura o monotrilho causará um impacto de privacidade sobre as residências neste trecho.

Onde o monotrilho vai passar? O projeto é que seja no meio das Avenidas Anhaia Mello, Sapopemba, Largo de São Mateus, Estrada do Iguatemi, Avenida Ragueb Choffi, Rua Marcio Beck Machado, e Avenida dos Metalúrgicos até o Hospital Cidade Tiradentes.

Pode atingir minha casa? Claro que sim, se você olhar bem lá na Anhaia Mello a Avenida é larga, não precisa mexer com a casa de ninguém, mais é inevitável. Haverá desapropriações nas áreas onde serão construídas as estações e os canteiros de obras.

Eles vão indenizar? Isso é o que todo mundo espera, a questão é: Quem pode dar essa resposta é o governo Kassab/Alckmim. Por isso as pessoas que acham que corre o risco de perder sua casa já têm que começar a correr atrás,  não deixar para última hora.  E olha que nesse trecho todo tem algumas casas ou comercio que vale um bom dinheiro, e com certeza eles não pagarão o que vale.

O que fazer para receber um preço justo pelo imóvel? Caso você tenha certeza que seu imóvel seja atingido, é interessante que você procure saber de outras pessoas que estejam nas mesmas condições se unirem, e abrir um processo coletivo. Enquanto durar o processo eles não poderão tirar ninguém. E em contra partida receber uma indenização melhor, é questão de sair na frente, negociar e correr atrás antes que o prejuízo seja pior, sendo obrigado a aceitar o valor determinado por eles.

Os imóveis que Ficarem irão desvalorizar? Acreditamos que sim, os imóveis perderão valor em função dos impactos que já citamos..

Se fosse o metrô qual era diferença? É que o metrô onde chega valoriza a região e traz o desenvolvimento. Só para lembrar a inauguração da estação de Vila Prudente, os imóveis daquela região valorizaram 40%. O monotrilho por tudo que já citamos, concluímos que haverá desvalorização o metrô seria enterrado sem causar os impactos já citado.















Controverso, monotrilho recebe as primeiras vigas na zona leste



Link desta foto: http://metroemdestaque.blogspot.com.br/2012/07/as-obras-do-monotrilho-seguem-na-zona.html

Moradores acompanham operação das varandas de apartamentos e temem ser vistos na piscina


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/14088-controverso-monotrilho-recebe-as-primeiras-vigas-na-zona-leste.shtml


A aposta em monotrilhos, um tipo de trem sobre pneus em vias elevadas ainda pode render anos de controvérsia em São Paulo. Mas um dos principais mistérios desse transporte está mais perto do fim: seu impacto visual.


Com 30 m de comprimento (comparáveis a sete carros em fila) e 70 t cada, as vigas foram instaladas por dois guindastes a uma altura de 15 m. Uma operação delicada, acompanhada pela cúpula do Metrô e por alguns moradores com vista 'privilegiada' das varandas de seus apartamentos.


As vigas estão a menos de 30 m da janela da psicóloga Francisca Maria da Paixão, 40, que fez questão de testemunhar a colocação da estrutura.


"Além de interferir na visão, tem o barulho. É invasivo. Quem estiver no monotrilho verá a piscina do condomínio."


Além do impacto visual, os opositores questionam os custos de construção e manutenção e a capacidade de atender à demanda superior a 40 mil passageiros/hora na região


Nos próximos seis meses, 450 vigas serão instaladas sobre 107 pilares só nesse primeiro trecho 64 já estão nas vias.

"Pode ser um pouco estranho no início. Mas não é um minhocão, já dá para notar a diferença.”


“A resistência inicial foi grande porque ninguém sabia como seria", diz Paulo Sérgio Meca, gerente do empreendimento no Metrô.


Para ele, a aparência será melhor no final das obras. "Não vai formar um viaduto fechado, tem penetração de água e luz. E vamos arborizar. A vegetação vai esconder um pouco a estrutura", diz.






As obras do primeiro trecho começaram em 2010 e devem terminar no final de 2013. Com 2,9 km, ele liga as estações Vila Prudente e Oratório.


O restante da obra, estimada em R$ 2,8 bilhões, ainda depende de licenças. O segundo trecho (Oratório/São Mateus, de 10 km) é previsto para 2014. O último (São Mateus/Cidade Tiradentes, de 11 km), em 2016.


O monotrilho será implantado principalmente no canteiro central de avenidas como Anhaia Mello, Sapopemba, Ragueb Chohfi, Metalúrgicos e Estrada do Iguatemi.
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O Estado alega que a qualidade será semelhante à do metrô (com velocidade máxima de 80 km/h, sem poluir e com baixo ruído), com a vantagem da implantação mais rápida. Diz que ele será diferenciado, com mais trens do que em outros lugares do mundo. E que, por isso, conseguirá transportar tanta gente.

O monotrilho, suspenso por vigas, custa 50% menos em relação ao metrô subterrâneo. O custo total do monotrilho da Linha Verde é de R$ 5 bilhões.



Ciclovia sob o Monotrilho.
Monotrilho terá ciclovia
O monotrilho que está sendo construído na zona leste de São Paulo traz uma pontinha de esperança em relação a um futuro mais sustentável para a cidade. O Metrô de São Paulo, responsável pela operação, decidiu incorporar uma ciclovia ao projeto em toda a extensão da linha.
A idéia, que não fazia parte do projeto inicial, surgiu de uma demanda da população e acabou sendo incluída na lista de exigências ambientais para o licenciamento da obra. Os 24 km que estão sendo construídos prevêem também o plantio de árvores que devem integrar o processo de reurbanização das avenidas por sobre as quais o monotrilho deverá passar.


Monotrilho fracassou em Dubai, Las Vegas e Johannesburgo
Pesquisador da USP diz que sistema só funciona para conexão com aeroportos ou em parques de diversão.
São Paulo - Os monotrilhos só geram prejuízo nas cidades onde foram construídos, segundo o pesquisador Adalberto Maluf Filho, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP),


Leia matéria em : http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/monotrilho-fracassou-em-dubai-las-vegas-e-johannesburgo


O Monotrilho que não saiu em Poços de Caldas.


http://www.rdvetc.com/2011/o-monotrilho-que-nao-saiu/


Seria esta a solução?


Ainda pergunto se o trajeto do Monotrilho na Cidade Tiradentes é interessante, já que teremos o Parque Linear Nascente do Aricanduva.


Parque Natural Cabeceiras do Aricanduva - Estr. do Iguatemi / Estr. do Palanque / Estr. Saturnino Pereira


http://www.agenda2012.com.br/cidade-sustentavel/metas/51/50-novos-parques-urbanos-naturais-e-lineares

Ao chegar a estação Erico Semer o Monotrilho entraria no Parque Linear atendendo a região Jardim Palanque e dos Gráficos desceria até o terminal da Av. dos Metalúrgicos, no Pronto Atendimento Glória, Hospital Cidade Tiradentes, e sairia pelo traçado do projeto original, pela rua Rua Marcio Beck Machado.




Hoje este monotrilho entrará pela Márcio Beck Machado como está em verde e sairá pelo mesmo local. Nossa sugestão está em vermelho entrando para o Jardim Palanque indo até o Hospital e seguindo em frente como no trajeto original.

Sem a necessidade de haver um terminal em frente ao Hospital cujo terreno está destinado a construção da Vila Olímpica. Prometida e lançada a pedra fundamental em frente ao hospital pelo prefeito Kassab, dentre outros políticos com a presença da jogadora de basquete Magic Paula. Este projeto foi para o espaço?


Veja trecho da matéria do jornal Folha de São Paulo de 06/08/2008.


"Tucanos em campanha”


Ao lado de tucanos, Kassab anuncia projeto e faz campanha na zona leste.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u430363.shtml


A apresentação do projeto --com direito a maquete-- foi feita com pompa ao lado de expoentes do PSDB, como os vereadores Adolfo Quintas e Dalton Silvano, os subprefeitos de Cidade Tiradentes, Renato Barreiros, e de Itaquera, Laerte de Lima Teixeira, além dos secretários de Esporte, Walter Feldman, e de Coordenação e Parceria, Ricardo Montoro.


Adolfo e os subprefeitos seguiram com Kassab para o corpo-a-corpo com os eleitores da região. Entre todos, o mais empolgado era Barreiros, que distribuía panfletos do prefeito e pedia votos. "Nós precisamos do seu voto", dizia ele."


Veja matéria completa digitando o link acima.


Portanto palpites serão aceitos, temos que escolher o que é melhor para a Cidade Tiradentes.


Por que não trazer o trem que está a apenas 3.5 km de distância?





Veja no mapa como é perto trazer o metrô até o terminal Cidade Tiradentes através da linha existente a partir da estação Gianetti.

3 comentários:

Licca disse...

Não sabia de tantos detalhes, obrigada por compartilhar a informação. Saudades enormes de você Milton :)

Leoni disse...

A capacidade do Monotrilho previsto para a linha 15-Prata, que é considerado o maior do mundo para carruagens com largura de 3,1 m (standard), e comprimento da composição total de ~90 m e com 7 vagões, é de ~1000 pessoas, concorrendo com o BRT e o VLT são considerados de média demanda, contra para a mesma largura, porém com comprimento de ~132 m e com 6 vagões é de ~2000 pessoas para o Metrô, e com comprimento de ~170 m e com 8 vagões é de ~2500 pessoas para os Trens Suburbanos, significando com isto que a capacidade do metrô e dos trens suburbanos são no mínimo o dobro do monotrilho, trafegando na mesma frequência, sendo considerados de alta demanda.

Comparativos: A capacidade é expressa em número de passageiros por hora por sentido (p/h/s), assim BRT, VLT, Monotrilho – 4000 a 25000 p/h/s, enquanto Metrô, Trens suburbanos – 20000 a 60000 p/h/s.

Estão previstas plataformas centrais para saídas de emergência em todo seu trajeto, obrigatórias para esta função, não deslumbrei em nenhuma das postagens de pesquisei, porém constam na especificação que iram existir, além das escadas retráteis!!! (de uso duvidoso).

A largura padronizada dos carros para os três são de 3,1 m (standard). Não confundir com os trens suburbanos espanhóis da CPTM-SP e alguns da SUPERVIA-RJ de 2,9 m que possuem uma plataforma (gambiarra) em frente ás portas para compensar o vão.


O monotrilho da linha 15-Prata, com ~26,5 km, Ipiranga, Cidade Tiradentes irá trafegar em uma região de alta demanda reprimida na zona Leste, com migração de parte da linha 3-Vermelha (a mais saturada do sistema) maior do que as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e a futura 6-Laranja, e já corre o risco de saturação, além de ser uma tremenda incógnita, quando ocorrer uma avaria irá bloquear todo sistema, pois ao contrário que ocorre com os trens do metrô em que o chaveamento é simples, nos monotrilhos a mudança das carruagens para a via oposta se da de maneira complexa, com grandes distâncias entre si entre as estações, além de trafegarem em média a 15m do piso.

A melhor opção seria o prolongamento da linha 2 Verde, com bifurcação em “Y” na estação Vila Prudente, com a previsão da futura linha para Vila Formosa, e até São Mateus e a partir daí seguir em VLT, até a cidade Tiradentes, (Após as obras começadas, a estação terminal será na estação Ipiranga da CPTM), Vila Prudente basicamente será uma estação de transbordo.

Nem conseguiram acabar com o caos da estação da Luz, e já estão "planejando" outros inúmeros transbordos na nova estação Tamanduateí com as linhas 10 Turquesa, 2 Verde, e os monotrilhos Expresso ABC e Expresso São Mateus Tiradentes, com um agravante, de que as plataformas da estação Tamanduateí são mais estreitas que a Luz, e não satisfeitos, já prevendo a expansão em linha reta em monotrilho, é assim nas linhas 2 Verde e o projeto da linha 6-Laranja com transbordo obrigatório caso os usuários desejem prosseguir viagem, fazendo que os usuários tenham que fazer múltiplos transbordos provocando enorme desconforto.
(continua)

Leoni disse...


(continuação)
Os planos da CPTM de desativar a estação Julio Prestes CPTM em foco-“Estação Júlio Prestes poderá ser fechada”, sob a alegação que esta subutilizada, é mais um capítulo do descaso que se impõem aos usuários de trens suburbanos, faz com que todos tenham prejuízos com esta decisão, porém os usuários da linha 10-Turquesa (ABC) foram os mais prejudicados.
Se a estação Júlio Prestes hoje se encontra subutilizada, é porque os planejadores não tiveram a sensibilidade de visualizar que esta estação terminal, só têm condições de receber composições provenientes de Barra Funda / Água Branca, inclusive os futuros trens regionais procedentes de Campinas, Sorocaba, entre outras cidades do interior, e linha 7 procedente de Francisco Morato, e se for para usar como terminal, porque não se transferiu a linha 7 para Júlio Prestes que fica próxima e esta subutilizada, uma passagem subterrânea poderia interligar estas duas estações com distância semelhante a percorrida pelos usuários da linha 10 até a estação da linha 3 do metrô no Brás podendo os usuários terem acesso as linhas 1 e 4 do metro na Luz, ficando com três linhas de metro a disposição.
A estação da Luz já estava com seu limite esgotado quando teve por um planejamento mal executado a instalação uma estação subterrânea como terminal da linha-4 Amarela do Metro, esta estação do Metro deveria ser em outro local, jamais na Luz, sem que a estação Nova Luz, e a de Bom Retiro estar concluída, e antes que tentem justificar que os subterrâneos da estação Júlio Prestes esteja tombada, e por isto que a linha-4 Amarela não foi instalada lá, é a mesma situação da Luz.

A Estação Nova Luz que dizem estar planejada para ficar no lado oposto a Júlio Prestes, e poder ser utilizada como uma futura estação de integração com o TAV e ser interligada a ambas, pois a Luz é uma estação de característica de passagem, e não terminal, e é um desperdício logístico utilizá-la como esta sendo feito atualmente. O tempo perdido entre a chegada da linha 7 na Luz, desembarque, manobra para entrar na linha oposta, embarque e partida, chega próximo aos 5 minutos em plena região central de São Paulo, ficando claro ser um desperdício utiliza-la como terminal.

O resultado disto é que hoje temos um caos na Estação da Luz, enquanto que a uma quadra a Estação Júlio Prestes está subutilizada em um local estratégico, cujo destino previsto é de uma sala com “N” finalidades porem nenhuma como estação ferroviária de passageiros.

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Jornal Cidade Tiradentes

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Alguém neste país ainda limpa a bunda com jornal?